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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Conto: Uma cdzinha e o técnico da Oi


Recebi por email e como fiquei excitada, resolvi compartilhar com vocês. Segue na íntegra: 

Esse conto é real, aconteceu faz 2 meses. Sou casado, tenho 32 anos e já faz uns 15 anos que sou CD, como não aguentava mais resolvi contar pra minha esposa, no começo não aceitou dizendo que eu era gay, queria até separar, mas com jeito expliquei que eu não sentia vontade de sair com homens e sim de me vestir de mulher. Mas na verdade já tinha dado pra muitos machos, essa parte eu não contei para não assustar, nosso casamento poderia até acabar ali naquela hora. Com o tempo ela foi se acostumando, passou a ler artigos sobre o assunto crossdressing e foi ficando mais suave. Assim, ficou fácil, eu podia comprar minhas coisa e não mais precisava esconder minhas perucas e maquiagens.

Passemos ao ocorrido:

Numa manha de quarta-feira eu estava de folga, minha esposa se levantou e foi trabalhar me deixando sozinha em casa. Ela mal saiu eu pulei da cama, fui tomar um banho e comecei a me montar. Fiquei linda, usava um vestidinho preto tubinho, uma peruca preta longa, uma sandália salto 12 e uma maquiagem bem feminina, nada de muito carregada. Como sempre estava delicada! Resolvi não colocar meia calça, no banho eu já tinha me depilado inteira, estava toda lisinha, pernas, partes baixas e o cuzinho, como esperava algo de bom para o dia de folga, aproveitei para fazer a chuca, toda limpinha por fora e por dentro.

Fui para a caça virtual, liguei o computador, entrei no chat UOL pra ver o que tava rolando, se achava algum macho pra me foder, fiquei uns 30 minutos navegando quando de repente a internet caiu, decepcionada por não conseguir encontrar um bofe, resolvi dar uma geral na casa, do jeito que estava, fiquei, toda montadinha.

Minha casa é a última de uma rua sem saída minha casa onde tem um balão de retorno, depois tem um morro com o que sobrou de mata atlântica, um local super tranquilo. Estava lá nos meus afazeres quando ouvi um barulho de escada dessa para subir nos postes ,era o pessoal da Oi, entendi pq fiquei sem net rsrs. Achei normal e continuei a fazer minhas tarefas ate a hora que tocaram minha campainha fui ate o olho magico pra ver quem era quando vi que se tratava do técnico da Oi.

Aí o tesão falou mais alto, era a chance de me passar por mulher dona da casa. Abri o portão e tive uma agradável surpresa, ele era moreno claro 1,80m e tinha o porte atlético, fiquei louca! O rapaz disse:

- Bom dia senhora estava fazendo uma manutenção aqui nesse poste e acabei danificando seu cabo telefônico, vou precisar substituir a fiação, posso por a escada aqui dentro pra passar o fio?

Respondi toda empolgada que sim, ele entrou e arrumou rapidinho. Nesse momento já tinha sacado que eu não era mulher, achava que era uma travesti. Terminou o serviço e pediu pra usar o banheiro, quando saiu, ficou me olhando e perguntou:

- A sra é casada?

- Sim, meu marido sai cedo para trabalhar e eu fico o dia inteiro sozinha.

Então ele começou a me elogiar e disse que adorava bonecas. Não resisti e fui direta:

-Vc é gostoso, deve ter um pauzão! Qual o tamanho?

A resposta foi silenciosa, simplesmente tirou o pau pra fora, pude ver que tinha uns 17 ou 18 cm. Nessa hora eu já estava possuída, caí de joelhos e abocanhei aquele mastro duro, chupei até ficar todo melado.

Senti que aquele macho queria me possuir, levantei, dei um beijo apaixonado em sua boca, peguei-o pela mão e fomos para o quarto. Lá chegando fui surpreendida, o bofe levantou meu vestido, afastou a calcinha e retribuiu a chupada, meu pau que até então estava meia bomba, despertou, pensei: será que vai rolar um troca-troca?

Deitamos na cama e começou a melhor parte da transa, os amassos! Adoro a pegação, o aperto, os arranhões, os beijos quentes... é muito bom! Nessa hora ninguém é de ninguém, o que vale é o prazer. Num dado momento ele enfiou do dedo no meu cuzinho e logo em seguida uma linguada profunda! Arrepiei todinha... uuhuull.... Vai ser agora que esse gostosão vai enfiar essa piroca grossa no meu rabinho, pensei. 

E não deu outra, ele enfiou um dedo, depois dois e por fim três, fazia movimentos circulares para lacear e facilitar a entrada do instrumento! Eu já estava anestesiada pelo tesão, só queria aquela tora dentro de mim. O tesão era tanto que nem notei que ele meteu sem camisinha (não recomendo), meteu fundo e ficou parado para eu me acostumar com o invasor, o cabra era experiente, acostumado a comer cú.

Depois de alguns segundos ele começou a se movimentar, entrava e saia num ritmo delicioso, me deixando louca, tava muito bom de quatro, mas o macho queria ver minha pica e pediu para eu ficar de frente, sentar por cima dele e cavalgar. Enquanto eu cavalgava, ele batia uma punheta gostosa, deixando meu pau todo babado. Eu gemia, urrava, gritava... estava feito uma louca descontrolada, como era gostoso trepar com um desconhecido!

Pedi a ele para meter de ladinho, uma das minhas posições favoritas, da mesma forma, enquanto metia, batia uma gostosa punheta, pedi a ele pra parar senão eu ia gozar muito rápido. Voltamos a meter de quatro, ele arranhava minhas costas e batia na minha bunda, até que foi minando a resistência do rapaz e ele anunciou que ia gozar. Eu queria gozar junto, então deitei de costas e ele veio por cima, na hora de gozar tirou o pau e gozou, menos de 1 segundo depois gozei também, misturando a porra na minha barriga.

Depois disso foi um silêncio total, o rapaz se vestiu, pegou as coisas e foi embora... achei que nunca mais veria o bofe, mas as coincidências da vida nos levaram a novas aventuras, espero um dia poder compartilhar...

Mais algumas fotinhos:








quinta-feira, 10 de julho de 2014

Duplas mix

Essas fotos não fazem perto de nenhuma coleção, resolvi agrupá-las apenas pelo fato de formarem duplas. Sem preconceito, tá?! Esse blog é democrático...









domingo, 5 de janeiro de 2014

Conto: enganado por uma colega da faculdade



Era início do ano letivo na faculdade e também meu primeiro semestre,, por isso não conhecia ninguém, mas com o passar dos dias e semanas fui fazendo algumas boas amizades. Mas foi no início do segundo semestre que conheci a Alandra uma garota muito simpática e divertida, de riso fácil e também um belo sorriso que completava sua beleza. Com poucos dias nos tornamos ótimos amigos, éramos de cidades pequenas do interior e ainda estávamos perdidos naquela cidade bem maior mesmo sendo também no interior do estado.


terça-feira, 23 de julho de 2013

Lutando espada

Faz tempo que não posto nada gay aqui, alguns amigos me cobram com frequência. Então, em nome da diversidade sexual, seguem algumas fotos desses bofes "lutando espada". Eu sei que tem muito "heteros" que curtem também, aproveitem!
Click no título para ver as outras 12 fotos.





domingo, 26 de fevereiro de 2012

Rua Augusta



Meu nome é Wesley, tenho 32 anos, sou casado. Devido à minha profissão estou sempre viajando. Sempre que viajo para São Paulo fico num hotel próximo à rua Augusta, famosa pelas grandes atrações sexuais, das quais já cheguei a desfrutar. Na última vez que fui à capital paulista, estava decidido a experimentar algo diferente, umas das minhas grandes fantasias sempre foi transar com um homem e de preferência num local longe da minha região, para evitar qualquer constrangimento.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Tio Renato

Recebi esse conto no meu email, não sei a veracidade, nem quem são os personagens. Mas gostei muito (fiquei molhadinha) e resolvi compartilhar com vocês.  #gay
Tem algumas fotos na sequência!

Natal de 2010, meu pai resolveu alugar um sítio pra reunir a família que era muito grande. Entre avós, tios, primos e agregados devia chegar a umas 50 pessoas. Estava com 16 anos, e apesar de ter muitas amizades e inúmeras paquerinhas nunca tinha tido nenhum tipo de intimidade com nenhuma menina... Nunca nem tinha beijado na boca. Dia 24, estávamos num churrasco à beira da piscina quando chegou meu tio Renato: 31 anos; solteirão; engenheiro químico; bonitão; musculoso e extremamente simpático. Quando ele apareceu de sunga na piscina; notei que todas as mulheres; sem exceção, desde minha irmã que tinha apenas 10 anos até minha avó de quase 70, todas ficaram olhando por um bom tempo pra figura do meu tio... Eu que não via meu tio Renato a mais de três anos, fiquei de boca aberta ao ver seu peito musculoso e sua barriga tanquinho; provavelmente ele fazia academia. Ele entrando na piscina onde tinha poucas pessoas; inclusive eu, ele olhando pra mim:
- Não vai me dizer que você é o Claudio?
- Sou eu sim tio!
Ele chegando e me abraçando:
- Caramba; como você cresceu... Está um belo rapaz!
Fiquei um pouco acanhado por ter várias pessoas vendo meu tio me dar um abraço; mas ao mesmo tempo senti uma coisa totalmente diferente e gostosa agitar dentro do meu corpo. Horas depois, ele ficou um bom tempo sentado do meu lado puxando conversa... Até que ele me fez com convite:
- Ficaria contente se você fosse me fazer uma visita; normalmente eu fico sozinho em casa vendo algum filme em DVD!...
Eu já sabia que ele morava num prédio luxuoso no centro da cidade; mas nunca imaginava que um dia ia frequentar... Ele passando um braço pelo meu ombro e me dando um aperto meio que de lado:
- Vai lá num sábado; meu apartamento é o 1011!
No dia seguinte, na hora de todos começarem a voltar pra suas casas, tio Renato me passando um cartão com seu telefone:
- Pode me ligar Claudio... Mas vê se vai lá; ok?
No dia 8 de janeiro de 2011, foi a primeira vez que entrei no apartamento do meu tio... Parecia coisa de cinema de tão chique e de bom gosto. Ele me tratou muito bem; me deu lanche; assistimos filme em DVD numa tela digital que mais parecia um cinema. Ao me despedir, ele me deu um abraço e um beijo no rosto... Achei estranho; mas no outro final de semana ele me recebeu do mesmo jeito: um forte abraço e um beijo no rosto. Acho que ele, de propósito, foi me conquistando aos poucos... Primeiro ele começou a ficar bem a vontade comigo em seu apartamento; trajando apenas short´s bem pequenos e apertados que passei a ver nitidamente até o contorno do seu pênis. Tio Renato resolveu me mostrar um álbum de fotografias tiradas em suas várias viagens de férias; por várias partes do mundo. Várias sozinho e algumas com outro rapaz (por sinal também muito bonito)... Curioso:
- Quem é esse tio?
- Ah... Esse é o Gabriel... Ele estudou comigo e depois moramos juntos por um bom tempo!
Continuei olhando e ele:
- Sabe que eu e o Gabriel chegamos a ir até numa praia de nudismo?
Fiquei calado; e ele:
- Quer ver algumas fotos que tiramos nessa praia?
Tio Renato veio com outro álbum e sentando do meu lado foi ele mesmo virando as paginas. Realmente era de uma praia de nudismo; ele e o tal de Gabriel apareceram logo nas primeiras fotos pelados... E veio a pergunta:
- Você não acha que o Gabriel é bonito?
- Acho sim... Mas você também é muito bonito tio!...
Mesmo sendo em fotos, estava adorando ver meu tio pelado... Ele parando de virar as páginas:
- Nunca mostramos esse álbum pra ninguém... Mas como eu gosto muito de você; vou te mostrar até o fim!...
A próxima foto, era dele e do Gabriel pelados e abraçados sobre uma cama... Ele olhando pra mim e sorrindo:
- Acho que você está entendendo tudo né Claudio?
Outra foto deles se beijando na boca e mais umas três em seguida onde tio Claudio aparecia comendo a bunda do Gabriel:
- Caramba tio... E o Gabriel; onde ele está?
- Faz uns dois anos que ele foi morar nos Estados Unidos... Sinto muitas saudades dele!
Fiquei sem saber o que dizer, e o tio encostando seu corpo no meu e me abraçando de lado:
- Ficamos juntos por 5 anos; mas ele foi o único homem com quem tive relações desse tipo!
Rapidamente comecei a entender aquela repentina vontade de me ter sempre ali no seu apartamento; e olhando em seu rosto:
- Porque ele foi o único tio?
- Um dos motivos é que nunca quis me expor socialmente; e outra, foi que ainda não tinha encontrado outra pessoa de quem eu gostasse de verdade!
Meu coração batia acelerado e lhe lancei um sorriso nervoso... Tio Renato segurando meu rosto com suas mãos:
- Você gosta de mim Claudio?
- Gosto tio... Mas... Mas eu nunca... Nunca...!
Ele aproximando seu rosto do meu:
- Eu sei Claudio... Mas você gostaria de tentar?
- Tenho medo tio!...
Ele aproximando lentamente seus lábios dos meus:
- Relaxa Claudio... Deixa as coisas acontecerem!
Foi meu primeiro beijo na boca, e rapidamente estava adorando ter a língua do meu tio brincando de encostar na minha. Depois, ele beijando meu pescoço foi abrindo os botões da minha camisa e beijando meus peitos e minha barriga.
- Vamos lá pra minha cama!...
- Não tio... Hoje não...!
- Ok... Não quero forçar nada... Vou deixar que você peça; tudo bem?
Ele voltou a me beijar e instantes depois estava me fazendo botar a mão no seu pênis que ele tinha colocado pra fora do short... Segurei sentindo a dureza e a grossura e fiquei acariciando percebendo ao deslizar minha mão que não era nada pequeno; e ele:
- Estou louco pra te ver peladinho na minha cama... Mas como disse; vou esperar sua vontade!
Ainda com minha mão segurando, olhei e vi pela primeira vez o pênis do meu tio ao vivo e a cores... Enorme, grosso e com uma cabeça roliça e rosada. Por instinto, quase que eu abaixei e botei minha boca naquele lindo pinto... Nervoso; pedi para que ele me deixasse ir embora.
Fiquei duas semanas numa dúvida cruel se deixava meu tio me comer ou não... Mas bastou ele ligar pro meu celular:
- Estou com saudades... Não precisa ficar com medo; eu só quero ficar abraçadinho com você!
- Eu também estou com saudades!...
- Então vem pra cá; vem!
Nem bem entrei, ele me abraçando e me beijando:
- Que ficar no sofá ou ir lá pro meu quarto!
- Pro quarto tio... Mas eu não sei se vou conseguir deixar!
Ele me puxando pela mão na direção dos outros cômodos da casa:
- Não vou forçar nada Claudio... Só vai acontecer se você quiser!
Ele ficou totalmente nu na minha frente e deitando sobre a cama... Tio Renato parecia mais um Deus do Olimpo com aquele seu corpo sarado:
- Deita aqui comigo; deita!...
Tirei minhas roupas, e ainda muito acanhado subi na cama só de cueca. Tio Renato beijando muito minha boca foi empurrando minha cueca até que eu mesmo tomando coragem acabei de tirar. Ele passou a beijar todo meu corpo; inclusive meu pênis que estava durinho ele deu algumas chupadas; e me fazendo virar de bruços foi com a boca nas minhas nádegas... Quando ele começou a passar a língua sobre meu ânus; senti um prazer tão grande que acabei pedindo:
- Mete na minha bunda tio... Mete!...
Ele pegando uma bisnaga sobre o criado mudo:
- Tem certeza que quer; Claudio?
- Tenho sim tio... Mas você vai ser o único homem que vou deixar fazer isso comigo!
Ele começou a passar uma espécie de gel sobre meu ânus e até na borda introduzindo a ponta do dedo:
- E você vai ser o único pra mim também... Ninguém vai precisar ficar sabendo sobre a gente!
Ele me puxando pra ficar de quatro e se ajeitando atrás da minha bunda:
- Fica com suas pernas bem abertas... Vou só enfiar um pouquinho; ok?
Aquele gel oleoso fez com que a cabeça do seu pinto logo entrasse pra dentro do meu ânus que minha vontade foi de sair da cama... Ele me segurando pela cintura e ficando parado:
- Isso é normal Claudio... Mas logo essa dor vai passar!
Descia até lágrimas dos meus olhos; mas o estranho é que rapidamente comecei a sentir um desejo enorme de ter aquele pau todo dentro de mim:
- Pode enfiar tudo tio... Eu vou aguentar... Eu vouuuuuuuu... Aaaaaiiiiii... Aaaaiiii...
Meu rabo parecia que estava pegando fogo... Eu virando o rosto o máximo pra trás:
- Me beija tio... Me beija!...
Ele reclinou sobre minhas costas e me beijando na boca ficou dando leves socadinhas com seu pinto no meu cuzinho... Quando ele voltou pra sua posição e me segurando com as duas mãos foi aumentando o ritmo das socadas; eu gritei de prazer em estar sendo fodido pelo meu gostoso e lindo titio... Ele encheu meu rabinho de porra. Me lavei, voltei pra cama e abraçado com meu tio:
- Agora eu sou viado; né tio?
Ele me beijando na boca:
- Ninguém precisa ficar sabendo disso... Você vai ser viadinho só pra mim!
Uma hora depois, ainda estávamos na cama abraçadinhos, quando vi o pinto do tio começar a querer se levantar... Levei a mão fazendo um pouco de carinho e olhando pro tio:
- Posso chupar tio? Você deixa?
Ele rindo:
- Claro que eu deixo; só estou surpreso por você ter essa vontade!
- Eu já passando a língua e esperando que ele ficasse mais um pouco duro:
- Sei lá tio... Só sei que senti vontade de saber como que é!...
Engoli a cabeça e chupando fui ouvindo do tio como eu deveria fazer... Logo eu estava mamando gostoso aquela piroca que tinha um sabor delicioso... Ele encheu minha boca de porra que fiquei sem saber o que fazer... Acabei que engoli tudo.
Praticamente todos os sábados eu ia pro apartamento do meu tio e ficava o dia inteiro sendo o seu viadinho... Até roupas de meninas (calcinha; blusas; minissaias; meias e sapatinhos) ele comprou pra eu me vestir e ficar na cama com ele.




sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Seios lindos

Essa é a trans com os seios mais lindos que eu já vi, uma perfeição! Parecem seios de menina...











segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Pegando gostoso

Um post gay de vez enquando é bom, né?
Afinal, quem não gosta de ver esses sarados de pau duro?








sexta-feira, 1 de julho de 2011

Transex baiana

Essa deliciosa morena atende pelo nome de Evillym. Estando em Teixeira de Freitas e afim de um programa mais quente, pode ligar: 073 9961 5460



Ela também tem msn: evillynk24@hotmail.com (o melhor, ela tem disponibilidade para viajar!)
Ativa/passiva

Uma delícia!!! Aproveita e liga agora mesmo!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Chapeletas incríveis




Fiquei toda molhadinha postando esse post!!!
Que belos monumentos!!!!
Delícia...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Primeira vez com outro homem


Vou contar agora como aconteceu a minha primeira experiência homossexual. Na verdade sou o que podem chamar de curioso, na maior parte do tempo eu sou hetero e gosto de sair com mulheres, mas confesso que sinto um certo tesão por outros homens, inclusive já saí com alguns travestis. Pois bem, moro em Belo Horizonte desde 1997, quando saí do interior do ES para estudar na capital mineira, tinha então 17 anos. Fazia cursinho no Pitágoras e costumava freqüentar um forrozinho que tinha na R. Guajajaras. Numa sexta após a aula saí com o pessoal da sala para tomar uma gelada. Tomamos todas e resolvemos entrar no forró, lá pelas tantas os meninos que dividiam apartamento comigo foram embora, eu já estava meio bêbado e resolvi ficar. Quando o forró terminou eu fui no Maletta tomar um caldo antes de pegar o rumo de casa. Estava na minha quando um rapaz barbudo se aproximou e perguntou se poderia sentar-se, eu disse que sim, afinal tinham poucos lugares vazios, não me incomodei. Trocamos algumas breves palavras, ele pediu uma cerveja, perguntou se eu queria e eu disse:
 - Rapaz, só tenho a grana de pagar o caldo. To zerado!
- Tranqüilo, eu tenho dinheiro.
- Então beleza, já to chapado mesmo...
Conversa vai, conversa vem, uma cervejinha, outra, mais outra, uma cachacinha... fiquei pior que já estava. Depois saquei que ele queria isso mesmo. Já não agüentava mais.
- Chega, vou embora! To muito ruim!
 - Onde você mora? - Rua Sergipe, perto do DETRAN.
- Você não tem condições de ir para casa, vamos subir, você deita lá em casa, descansa um pouco, depois vai embora.
Eu não estava em condições de negar nada e tudo que eu mais queria era uma cama para deitar. Subi para seu apartamento (para quem não conhece, o Maletta é um edifício misto, possui uma parte comercial e os andares de cima são residenciais, pequenos apartamentos). Entrei e apaguei no sofá, do jeito que cheguei, de calça, camisa e sapato. O dia já estava clareando (não sei quanto tempo se passou) quando acordei com o safado tentando tirar meu sapato.
- Opa! O que é isso???
 - Só estava tirando seu sapato para você ficar mais a vontade.
Eu ainda estava meio bêbado e zonzo quando falei:
 - Beleza, foi mal.
 - Coloquei esse colchão aqui no chão, deita aí, você é muito grande, nem cabe direito no sofá.
 Aceitei a proposta e deitei no fino colchão de casal que ele estendera na sala. Dormi novamente e nem percebi que ele deitou-se ao meu lado. Eu já estava sacando o que ele queria, mas deixei rolar para ver onde acabaria aquela história. Foi então que senti sua mão em minha perna, no encontro da bunda com a coxa. Já estava acordado, mas não esbocei nenhuma reação. Ele continuou sua investida e apertou a polpa da minha bunda (que por sinal é bem grande e gostosa). Nisso eu virei para o lado e vi aquele rosto barbudo sorrindo para mim. Falei:
- Velho, o que você quer?! Ta doido?! Sou homem!!
- Você acha que eu te trouxe aqui em casa só porque eu sou bonzinho?!
 - De boa, você se aproveitou que eu estava chapado e abusou da minha ingenuidade mas agora chega!
Nisso eu me levantei e sentei no sofá, foi meu erro, não consegui disfarçar meu tesão. Meu cacete estava mais duro que concreto. Ele percebeu e disse:
 - Você está é gostando seu viadinho!
Pegou meu pau por cima da calça e continuou:
- Nunca vi uma pica tão dura! Eu sei que você também quer!
Ele era um homem de uns 35 anos, magro, pele morena, cabeludo e eu um moleque de 17 anos (fortinho, quase atlético, 1,93m, 85kg, branco e sem pelos, até hoje eu tenho poucos pelos). Era a experiência versus a ingenuidade.
- Fica tranqüilo garoto! Você vai gostar, não vou fazer nada que você não queira e ninguém vai ficar sabendo, a não ser que você conte.
E já foi logo massageando meu pau, ainda por cima da calça. Eu não falei nada, minha reação foi voltar para o colchão e deixar acontecer. Ele desabotoou, arriou minha calça até a altura das coxas e começou a passar a mão em mim, meu cacete já estava babando de tanto tesão, tava gostoso demais, aquele sarro era inacreditavelmente bom! Me deu um beijo na boca, a princípio senti nojo, virei o rosto, ele ficou beijando meu pescoço, me arranhando com sua barba. Foi então que eu procurei sua boca e dei-lhe um beijo de língua, dessa vez sem nojo. Já tinha me entregado e pouco-a-pouco os tabus iam caindo. Era a primeira vez que eu beijava outro homem e estava achando uma delícia sentir aquela língua áspera entrar em minha boca. Ele estava só de cueca, eu via o volume que se formava entre suas pernas, estava morrendo de vontade colocar minhas mãos naquele pau estranho, mas continha meus desejos. Foi só quando ele tirou a cueca que eu pude ver aquela pica linda, uma cabeçona roxa e já todo melado de tesão, não era muito grande, talvez uns 15 cm, mas bem grosso (menor e mais fino que o meu). Ele era operado, não tinha fimose e a cabeça ficava sempre para fora. Ao ter aquela visão, não me contive e pousei minha mão sobre aquele pau que pulsava num ritmo alucinante. Comecei a fazer movimentos lentos, senti que ele estava gostando da minha punheta. Estávamos deitados um ao lado do outro, ele me punhetava com a mão esquerda e eu retribuía cãs carícias com a mão direita. A iniciativa era sempre dele, foi quem primeiro se abaixou e abocanhou meu cacete, chupava maravilhosamente bem. Eu gemia baixinho, estava achando aquilo o máximo, um dos melhores boquetes que alguém já fez em mim. Resolvi retribuir o carinho maravilhoso e ficamos na posição 69. Eu não sabia chupar, mas estava dando o meu melhor. Ficamos nessa por um bom tempo, estava muito gostoso! Ele largou um pouco meu pinto e disse:
- Por que você não tira essa calça?
- Melhor não, mas pode abaixar mais se você quiser.
Fiquei com as calças no tornozelo e ele veio novamente por cima de mim. Encostou seu pau no meu e ficou roçando enquanto brincava com os meus mamilos, ora beijando, ora chupando, as vezes dava umas mordidinhas de leve. Aquilo me levava a loucura, estava todo arrepiado. Puxei seu rosto e lhe dei outro beijo de língua. Beijava loucamente! Tomei um susto quando ele pediu para eu ficar de bruços. Eu disse:
- Não! Sou ativo!
 - Você não é nada! É apenas a sua primeira vez, ainda está aprendendo. Relaxa!
- Mas você não vai me comer!
- Calma! Já disse que não vou fazer nada que você não queira. Mas fique de bruços, é só um sarro gostoso, você vai ver...
Fiz o que ele pediu, fiquei de bruços mas com as pernas fechadas. Ele beijava minhas costas, minha nuca, meu cangote. De repente começou a roçar o pau na minha bunda, colocava no meu rego, no meio das minhas pernas. Eu estava com o cuzinho trancado, mas delirando de prazer. Eu estava quase cedendo quando ele teve a infeliz idéia de tirar minha calça. Mesmo no tornozelo, aquela era a minha única proteção. Tive uma reação inesperada, num instinto me virei, fui ao seu encontro e dei-lhe um forte murro na cara, ele caiu e eu já estava pronto para acertar-lhe outro soco quando ele falou:
- Calma rapaz! Calma, foi mal! Foi mal!
Eu era bem maior e mais forte que ele, percebi que ficou com medo e lhe disse ainda nervoso:
 - Porra velho! Estava tão bom, por que você foi fazer isso?
- Foi mal, foi mal... quer continuar?
- Você é uma putinha safada mesmo, né? Agora eu quero gozar!!
- Então vou te levar a loucura.
Fiquei em pé, ele se ajoelhou na minha frente e começou a fazer um boquete fantástico. A raiva passou e eu resolvi tirar proveito da situação. Ele chupava, punhetava e nada de eu gozar, tinha muito álcool nas veias, ia ser muito difícil mesmo. Foi quando eu lhe disse:
- É velho, vai ser o jeito eu comer o seu cuzinho, ta difícil gozar assim.
- Ah não, sem essa!
Eu disse quase gritando, com a voz firme:
- Como não?!! Você está doido?? Quer levar outra mãozada?
A bichinha estava morrendo de medo, mas continuou negando. Foi quando eu o segurei com as duas mãos no pescoço, comecei a apertar e levantei-o, deixando-o de pé. Dei um beijo em sua boca, ele gostou e eu disse em seu ouvido:
- Vai por bem ou vai por mal?!
- Ta bom, ta bom, vou na cozinha pegar uma margarina para não doer tanto.
- Pega uma camisinha também.
Sentei no sofá e fiquei me punhetando enquanto ele voltava. Demorou um pouco e eu fiquei preocupado dele estar armando alguma cilada, afinal era um desconhecido, eu não podia prever suas reações. Mas voltou com a margarina e a camisinha.
- Toma, passa na berada, enfia um dedo para relaxar, depois outro, faz uns movimentos circulares até eu me acostumar, depois enfia bem devagar.
Ele era experiente, acostumado com essa vida. E eu ali só aprendendo as malandragens, fiz tudo que ele pediu. Já estava com três dedos naquele rabinho cabeludo quando ele autorizou colocar o pinto. Passou margarina no meu cacete e ficou na posição de frango assado, com o brioco arreganhado esperando vara. Segurei suas pernas, encostei a cabecinha e fui empurrando devagarzinho, até meus bagos encostarem em sua bunda. Fiquei parado lá dentro para ele se acostumar com a dor, seu cuzinho piscava e apertava meu pau. Que delícia! Comecei o entra e sai cadenciado, devagar, fui aumentando o ritmo, acelerando até atingir o ponto certo para os dois. Meti assim por uns 10 minutos, mas estava muito difícil de gozar, a mardita cachaça não deixava.
- Fica de quatro!
Ele ficou e eu continuei bombando naquele cu, agora já totalmente laciado. Os movimentos eram mais rápidos e as estocadas bem mais fortes. Metia gostoso e ele rebolava, o safadinho estava gostando de levar vara.
- Rebola sua putinha! Me faz gozar!
Já estava me cansando e nada de gozar, mas continuei, insisti e quando senti que estava chegando a hora, tirei o cacete e pedi outro boquete. Ele atendeu com muito gosto. Gozei fartamente melando sua barba e seu peito cabeludo... foi bom demais! Fui ao banheiro, me limpei, voltei já vestido. Quando já estava calçando os sapatos ele disse:
- E eu??? Não vou gozar??
- Se vira! Já são quase nove da manhã e eu preciso voltar para casa.
- Espera só um minutinho, tenho uma coisa para você! Foi até a mesa, abriu a carteira, anotou seu telefone, voltou com 150 reais (muita grana na época) e disse:
- Para você pegar um táxi e comprar um presentinho...
Eu agradeci, peguei o elevador e fui embora com o número de telefone dele guardado na carteira. Querem saber mais??? Escrevam-me!!!