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sábado, 17 de junho de 2017

Conto: Dona Ivone uma coroa cheia de fogo




Depois de muito tempo, olha que aparece um CONTO novamente nesse blog que leva o nome de "Contos do Tadeu"... rsrs 
Esse é muito bom, recebi de um leitor do blog, dei uma corrigida nos erros de português, mas mantive a essência, nada do enredo/estória foi mudado.  
Vamos lá:


Olá caros leitores, sou o Dinho, tenho 28 anos, moreno claro, olhos e cabelos castanhos, 1,78 de altura e dote normal. Sou adepto da lactofilia e tarado por peitos, não posso ver um belo par de seios que já entro em transe rsrs...
Alguns anos atrás, em um hospital onde trabalhei conheci a Ivone, uma gordinha casada, mulata, mais ou menos 1,70 de altura, por volta de 48 anos e com seios enormes.


Depois de um certo tempo me desliguei desse hospital mas já tinha salvo o número de D. Ivone no meu celular e vibrei de alegria quando vi que ela tinha WhatsApp, era a minha oportunidade de mamar naqueles peitões deliciosos.
Bom, certo dia chamei D. Ivone no zap e ela respondeu e a conversa começou a desenrolar falamos sobre serviço, sobre as palhaçadas que fazíamos, etc... Até que eu tomei coragem e falei:
Eu: Posso te confessar uma coisa?
D. Ivone: Sim, pode.
Eu: Sempre achei seus seios lindos, sou fascinado por eles.
D. Ivone: kkkk mas são feios, grandes e caídos.
Eu: Adoro seios grandes e caídos, quanto maiores mais me fascinam.
D. Ivone: Mas são muito grandes.
Eu: Me mostra uma foto deles?
D. Ivone: Tenho vergonha, sou muito tímida.
Eu: Não precisa ter vergonha, vai ser nosso segredo, ninguém vai saber.
D. Ivone: Vou pensar, amanhã te falo se mostro ou não. Agora vou sair aqui, fazer janta pro marido. Beijos.
Naquela noite fui trabalhar e na manhã do dia seguinte as 7:30 da manhã D. Ivone já estava online.
Eu: Bom dia linda, acordou cedo?!
D. Ivone: Bom dia! Como foi a noite no trabalho?
Eu: Foi boa. Passei a noite inteira pensando nos seus seios.
D. Ivone: Para com isso, eles são feios, já te falei.
Eu: Me convence que são feios e me mostra! rsrs
Ela nada respondeu, vi que visualizou, mas não respondia a minha provocação. Passado uns 5 minutos recebo uma mensagem com a imagem, quando abri me deliciei com um belo um par de seios, enorme de bicos grandes, aréolas bem redondas e marrons, na hora fiquei de pau duro!
Eu : Que delicia de tetas! Só de olhar já tô de pau duro babando.
D. Ivone: Gostou?
Eu: Sou capaz de ficar horas mamando neles te levando a múltiplos orgasmos.
D. Ivone: Onde você está agora?
Eu: Saindo do serviço.
D. Ivone: Sabe onde eu moro? Passa aqui, meu marido saiu pra trabalhar, vem ver meu seios de perto.
Eu sai como um foguete direto pra casa dela, ela veio me encontrar no portão de camisola branca transparente cavada no decote e sem sutiã nos cumprimentamos, com um ardente beijo na boca, a coroa estava cheia de tesão também. Ali mesmo no portão tirei um dos seios pra fora eu já fui mamando.
D. Ivone: aiii calma Dinho vamos entrar...aiiii aqui alguém pode ver.
Entramos nos atacando pelo corredor ela me levou direto pro quarto tirou minha roupa me jogou na cama e foi chupando meu pau com gula.
D. Ivone: hummmm que pau grosso e gostoso aiii q deliciaaaaa.
Mudamos para um 69 e também comecei a chupar a bucetinha molhada que só tinha um bigodinho de pelos, nos chupamos bastante, mas eu queria os seios, então no papai e mamãe encaixei meu pau na xota dela e fui entrando.
D. Ivone: ai q pau gostoso, uiiii ta me rasgando a buceta, aiiii ta entrando, uiiii apertado isso mama meus peitos bebê, mama aiii to gozandooooo aaaaiiii.
Ela gozava e gemia enquanto eu metia com força e mamava naqueles seios deliciosos. De repente meu pau deu uma escapada e resvalou no cuzinho, eu forcei um pouquinho...
D. Ivone: Quer comer meu cu seu safado?
Eu: Fica de quatro sua cachorra! Vou arrombar seu cú, vadia gostosa!
Primeiro eu dei umas lambidinhas no cuzinho dela depois encostei pau na entrada e forcei, depois de muita resistência a cabeça  passou pelo anelzinho apertado.
D. Ivone: Ai filho da puta! Ta esfolando meu cuzinho aiiiii tira tira aiiii ta doendo!
Eu : Calma, só entrou a cabeça, quando acostuma a dor passa, relaxa!
Eu segurei firme na cintura dela e entrei fundo meti tudo, socando devagar mas com força fazendo, ela gemer de dor e prazer em meios a choro e gemidos.
D. Ivone : aiiiii meu cu aiiiii filho da puta fode meu cuuuuu ah vou gozar ahhhhhhh.
Eu também explodi num gozo alucinante meu pau foi amolecendo a saindo aos poucos de dentro dela. Fui ao banheiro lavar meu pau que tinha um pouco de sangue misturado com secreção e bosta, a coroa não tinha feito a higiene, até porque foi uma transa inesperada. Foi uma foda rápida, mas inesquecível, nos despedimos e ela ainda disse:
D. Ivone: Quando quiser me fazer visitas como essa pode vir, meu marido passa o dia inteiro fora...
Eu prometi voltar, voltei outras inúmeras vezes e continuo frequentando a casa de Dona Ivone quando o marido dela não está.  

domingo, 13 de setembro de 2015

Conto: um dia inteiro traindo meu corno manso


Me chamo Lívia, tenho 2 filhos, cabelos negros, pele bronzeada, seios grandes, coxas grossas e uma bunda apetitosa, como podem ver nas fotos. Apesar de meus 46 anos, ainda recebo muitas cantadas. Sou casada há 22 anos com Geraldo o homem da minha vida, meu melhor amigo, com ele aprendi as loucuras do sexo (casei virgem). Ele é meu cúmplice, juntos já aprontamos algumas...

Entretanto, não sou de ferro e já aprontei sozinha também... Relacionava-me com Roberto por alguns anos na Internet, já havia feito sexo virtual por diversas vezes, ele sabia das minhas fantasias sexuais que não tinha coragem de realizar. (continuar lendo)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Conto: Uma cdzinha e o técnico da Oi


Recebi por email e como fiquei excitada, resolvi compartilhar com vocês. Segue na íntegra: 

Esse conto é real, aconteceu faz 2 meses. Sou casado, tenho 32 anos e já faz uns 15 anos que sou CD, como não aguentava mais resolvi contar pra minha esposa, no começo não aceitou dizendo que eu era gay, queria até separar, mas com jeito expliquei que eu não sentia vontade de sair com homens e sim de me vestir de mulher. Mas na verdade já tinha dado pra muitos machos, essa parte eu não contei para não assustar, nosso casamento poderia até acabar ali naquela hora. Com o tempo ela foi se acostumando, passou a ler artigos sobre o assunto crossdressing e foi ficando mais suave. Assim, ficou fácil, eu podia comprar minhas coisa e não mais precisava esconder minhas perucas e maquiagens.

Passemos ao ocorrido:

Numa manha de quarta-feira eu estava de folga, minha esposa se levantou e foi trabalhar me deixando sozinha em casa. Ela mal saiu eu pulei da cama, fui tomar um banho e comecei a me montar. Fiquei linda, usava um vestidinho preto tubinho, uma peruca preta longa, uma sandália salto 12 e uma maquiagem bem feminina, nada de muito carregada. Como sempre estava delicada! Resolvi não colocar meia calça, no banho eu já tinha me depilado inteira, estava toda lisinha, pernas, partes baixas e o cuzinho, como esperava algo de bom para o dia de folga, aproveitei para fazer a chuca, toda limpinha por fora e por dentro.

Fui para a caça virtual, liguei o computador, entrei no chat UOL pra ver o que tava rolando, se achava algum macho pra me foder, fiquei uns 30 minutos navegando quando de repente a internet caiu, decepcionada por não conseguir encontrar um bofe, resolvi dar uma geral na casa, do jeito que estava, fiquei, toda montadinha.

Minha casa é a última de uma rua sem saída minha casa onde tem um balão de retorno, depois tem um morro com o que sobrou de mata atlântica, um local super tranquilo. Estava lá nos meus afazeres quando ouvi um barulho de escada dessa para subir nos postes ,era o pessoal da Oi, entendi pq fiquei sem net rsrs. Achei normal e continuei a fazer minhas tarefas ate a hora que tocaram minha campainha fui ate o olho magico pra ver quem era quando vi que se tratava do técnico da Oi.

Aí o tesão falou mais alto, era a chance de me passar por mulher dona da casa. Abri o portão e tive uma agradável surpresa, ele era moreno claro 1,80m e tinha o porte atlético, fiquei louca! O rapaz disse:

- Bom dia senhora estava fazendo uma manutenção aqui nesse poste e acabei danificando seu cabo telefônico, vou precisar substituir a fiação, posso por a escada aqui dentro pra passar o fio?

Respondi toda empolgada que sim, ele entrou e arrumou rapidinho. Nesse momento já tinha sacado que eu não era mulher, achava que era uma travesti. Terminou o serviço e pediu pra usar o banheiro, quando saiu, ficou me olhando e perguntou:

- A sra é casada?

- Sim, meu marido sai cedo para trabalhar e eu fico o dia inteiro sozinha.

Então ele começou a me elogiar e disse que adorava bonecas. Não resisti e fui direta:

-Vc é gostoso, deve ter um pauzão! Qual o tamanho?

A resposta foi silenciosa, simplesmente tirou o pau pra fora, pude ver que tinha uns 17 ou 18 cm. Nessa hora eu já estava possuída, caí de joelhos e abocanhei aquele mastro duro, chupei até ficar todo melado.

Senti que aquele macho queria me possuir, levantei, dei um beijo apaixonado em sua boca, peguei-o pela mão e fomos para o quarto. Lá chegando fui surpreendida, o bofe levantou meu vestido, afastou a calcinha e retribuiu a chupada, meu pau que até então estava meia bomba, despertou, pensei: será que vai rolar um troca-troca?

Deitamos na cama e começou a melhor parte da transa, os amassos! Adoro a pegação, o aperto, os arranhões, os beijos quentes... é muito bom! Nessa hora ninguém é de ninguém, o que vale é o prazer. Num dado momento ele enfiou do dedo no meu cuzinho e logo em seguida uma linguada profunda! Arrepiei todinha... uuhuull.... Vai ser agora que esse gostosão vai enfiar essa piroca grossa no meu rabinho, pensei. 

E não deu outra, ele enfiou um dedo, depois dois e por fim três, fazia movimentos circulares para lacear e facilitar a entrada do instrumento! Eu já estava anestesiada pelo tesão, só queria aquela tora dentro de mim. O tesão era tanto que nem notei que ele meteu sem camisinha (não recomendo), meteu fundo e ficou parado para eu me acostumar com o invasor, o cabra era experiente, acostumado a comer cú.

Depois de alguns segundos ele começou a se movimentar, entrava e saia num ritmo delicioso, me deixando louca, tava muito bom de quatro, mas o macho queria ver minha pica e pediu para eu ficar de frente, sentar por cima dele e cavalgar. Enquanto eu cavalgava, ele batia uma punheta gostosa, deixando meu pau todo babado. Eu gemia, urrava, gritava... estava feito uma louca descontrolada, como era gostoso trepar com um desconhecido!

Pedi a ele para meter de ladinho, uma das minhas posições favoritas, da mesma forma, enquanto metia, batia uma gostosa punheta, pedi a ele pra parar senão eu ia gozar muito rápido. Voltamos a meter de quatro, ele arranhava minhas costas e batia na minha bunda, até que foi minando a resistência do rapaz e ele anunciou que ia gozar. Eu queria gozar junto, então deitei de costas e ele veio por cima, na hora de gozar tirou o pau e gozou, menos de 1 segundo depois gozei também, misturando a porra na minha barriga.

Depois disso foi um silêncio total, o rapaz se vestiu, pegou as coisas e foi embora... achei que nunca mais veria o bofe, mas as coincidências da vida nos levaram a novas aventuras, espero um dia poder compartilhar...

Mais algumas fotinhos:








domingo, 25 de maio de 2014

Conto: "Eu não sou de ferro"

http://contosdotadeu.blogspot.com.br/2014/05/conto-eu-nao-sou-de-ferro.html
Conto enviado por um leitor do blog, que também mandou uma foto da morena deliciosa. Quem quiser compartilhar sua experiência, pode mandar para o email fielaputaria2010@gmail.com sigilo e anonimato absoluto, claro se essa for a vontade do leitor/escritor. Se quiser, posso divulgar as informações de contato e nome, fica a critério da pessoa. 
Mas vamos ao conto!
Minha vida ficou entediante depois que tivemos nosso primeiro filho. Não a vida em si, mas na área sexual. Minha esposa se achava feia por ter engordado, por terem aparecidos algumas estrias e outras preocupações dignas da mente feminina. Eu por outro lado estava amando o fato de ser pai e de ver minha família tomar um novo rumo com isso. E por mais que eu tentasse animá-la, era em vão. Click aqui ou na foto para ver mais.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Conto: enganado por uma colega da faculdade



Era início do ano letivo na faculdade e também meu primeiro semestre,, por isso não conhecia ninguém, mas com o passar dos dias e semanas fui fazendo algumas boas amizades. Mas foi no início do segundo semestre que conheci a Alandra uma garota muito simpática e divertida, de riso fácil e também um belo sorriso que completava sua beleza. Com poucos dias nos tornamos ótimos amigos, éramos de cidades pequenas do interior e ainda estávamos perdidos naquela cidade bem maior mesmo sendo também no interior do estado.


sábado, 13 de julho de 2013

Coroa libertina

Ela mesma se intitula “Coroa Libertina”, seu nome é Vanessa, não deu muitos detalhes de onde se passou a história, mas parece ser real. Vale a pena conferir. Beijos...

“Meu filho foi escalado pela firma, para uma feira farmacêutica na capital. Como queria fazer compras, resolvi acompanhá-lo.
Chegamos no hotel quase junto com um ônibus, que trazia um time de futebol. A recepção ficou congestionada com a delegação. Sentei no sofá e fiquei observando os atletas. Notei que um grupo deles, escarneavam um rapaz bem jovem, chamando-o de florzinha, fazendo trejeitos gays e outras brincadeiras com a sexualidade do garoto.
Não gosto e nem entendo de futebol. Meu filho não é fanático, mas pôde me explicar que aquele era um time profissional, com alguns jogadores famosos e que até já jogaram na seleção. Estavam alí para uma partida do campeonato brasileiro.
Retornei ao hotel e assistí um pouco de TV. Achei interessante os canais pagos, já que em casa, só recebemos sinal da TV aberta. Em especial os canais pornôs da playboy, sexy hot e até um com travestís, o for man. Acho que aquelas imagens despertaram minha libido.
Enquanto tomava uma ducha, passei a acariciar meus grandes seios redondos e ainda um pouco firmes para uma quarentona. Logo os dedos estavam na xoxotinha, aumentando a umidade que brotava. O grelinho já endurecido. E a mente maquinando coisas obscenas.
A fantasia de se exibir, provocar os homens e vê-los ficarem de pau duro não saía da cabeça. Talvez porque, estava eu, ali numa cidade longe de casa, onde ninguém me conhecia e num hotel lotado de homens.
Caprichei na maquiagem. O espelho refletia um rosto de 46 anos, que desde menina todos dizem ser bonito. Meus olhos tinham uma expressão de cio, tarada por uma aventura.
Ia vestir a calcinha, porém, desisti. Achei melhor colocar a meia 3/4 e cinta-liga vermelha, toda rendada. Sem mais nada, coloquei um vestido justo, de alcinha e decotado. O tecido leve, caía moldando as nádegas fartas e estava perfeito para ocultar as imperfeições, dando o ar da ¨falsa magra¨.
Desci até o térreo, onde ficava o bar. Pedi um licor de menta. Com o coração aos pulos, virei de costas para o balcão, ficando de frente para o salão. Pensei em descruzar e abrir as pernas ¨sem querer¨, para mostrar as coxas lisas e branquinhas, contrastando com a liga vermelha. Se fizesse isso, quem quisesse veria não só o tufo de pentelhos aparados, como até os lábios da xaninha, naquela altura toda molhada e formigando de tesão.
Ao lado dos elevadores estava o rapazinho judiado, ligando para alguém. Parei e simulei esperar a vez de fazer uma ligação. Então reparei o quanto era bonito, com o corpo atlético e malhado. A cabeça raspada o deixava mais moleque ainda, realçando o rostinho lindo.
- Ah, tá! Você joga no time principal?
- É, estou começando ainda.
E continuamos o diálogo, até ele contar a razão das chacotas.
Na chácara de um dos jogadores, fizeram a festa com uma prostituta e quando chegou a vez dele, ele não conseguiu transar com ela. Aquilo atiçou meu lado maternal, sei lá e fui interrogando:
- Como não conseguiu? Você não quis?
- Não é que não quis. Querer até queria, mas com turma toda encima tirando sarro, fiquei com vergonha e...
Não sei porque, só conversando, os biquinhos dos seios enrijeceram e percebi que a xaninha umedecia. E de ¨forma inocente¨, fui abrindo as pernas, movendo as ancas pra o vestido subir, me mostrando cada vez mais, enquanto perguntava:
- E se fosse eu aquela puta, você transaria comigo?
Vinicius, digamos que este seja o nome dele, me olhou fixamente, falando:
- Não precisa nem perguntar! Se fosse a senhora, é claro que a história seria outra. Aquela era uma puta suja que já tinha dado pra não sei quantos. A senhora não. A senhora é uma mulher linda, de classe.
Ele que até então, mantinha uma postura séria e respeitosa, se soltou de vez. Me puxou para o sofá maior e colocou as mãos nas minhas pernas. Em retribuição, apalpei a piroca dele, por cima da calça do agasalho esportivo e sentí que estava ereto, em ponto bala.
Não sabia no que aquilo ia dar. A ideia era só provocá-lo, deixar excitado. Brincar, trocar carícias íntimas, ousadas e nada mais. Ter uma boa recordação da viagem.
Me acheguei mais e deixei os cabelos tocarem seu pescoço, com suas narinas aspirando meu perfume. Os olhos de Vinicius não desgrudavam do decote, onde entre as alças vermelhas do vestido sobressaía o vale formado pelos seios.
Ele me beijou timidamente, quase um selinho. E eu correspondi com um vulcão de mulher madura, abrindo a boca e sugando sua língua. E acabou num beijo molhado, libidinoso. Suas mãos passeavam nas minhas costas desnudas.
Dei uma rápida olhada ao redor e como ninguém estava vendo, libertei um seio, virando o ombro, escondendo dos demais e aproximando o mamilo grande e escuro na boca dele.
Desajeitado, Vinicius chupou sofregamente. O calor do seu hálito, mamando ali, provocou ondas de prazer pelo meu corpo. Estremeci como atingida por um choque elétrico. Com a vagina ensopada e piscando, já nada importava. Eu achava que podia parar a brincadeira quando quisesse.
Vinicus me agarrava com força. A situação estava ficando perigosa e arfando de desejo, só pude dizer:
- Não, aqui não. Vamos para outro lugar.
Mas, onde? No meu apartamento não dava, pois, meu filho poderia voltar e nos surpreender. Enquanto pensava, já no elevador, o rapaz apertou o botão do sexto andar. E fomos para o quarto dele. A coisa já tinha saído do controle. Nem eu mesma sabia como, o que era para ser só momentos picantes, encaminhava para uma relação sexual completa.
Mal entramos, ele já foi me agarrando e aos beijos, caímos na cama. Suas mãos ávidas tinham tanta pressa em arrancar meu vestido que, até temi que ele o rasgasse. Colaborei abrindo o fecho atrás, rebolando para que o garoto pudesse erguer o vestido, tirando por cima da minha cabeça.
Os olhos de Vinicius brilharam de desejo, apreciando meu corpo, só de meias, cinta-liga e sandálias. Tirou o agasalho rapidamente, arremessando as peças para tudo que é lado, até a cueca boxer que foi parar longe. Ví então a sua piroca, de tamanho médio, duro apontando para cima de tão ereta. As veias inchadas pareciam latejar.
Afobado, já quis meter. Apesar de nunca dispensar preliminares, como não tinhamos muito tempo, deixei ele me penetrar. Pensei até na camisinha, mas na falta, o jeito foi ir em frente.
A pica de Vinicius entrou na xaninha, provocando leve queimação. E o garoto bombou a mil por hora, como um pistão de motor a explosão. E quando eu estava entrando no clima, ele parou de repente. Protestei:
- Mais, mais, não para. Mais, vai, não para, ahhh, não para!
Por instinto me agarrei forte nele, meneando o quadril, mas, foi em vão. O jato forte de esperma quente encheu minha grutinha e continuou pulsando, jorrando mais porra. Meio frustrada, correspondi ao seu beijo.
Quando Vinicius foi ao banheiro, descalcei as sandálias, tirei a cinta-liga que saiu embolada com a meia e fui atrás dele. Entrei no box, lavei seu mastro meio mole e alí mesmo, ajoelhei e comecei a chupar a rola. Ainda excitada, com a bocetinha piscando, caprichei no boquete. Eu queria mais, não podia ficar sem orgasmo!
Voltamos para a cama com eu mamando e lambendo o pau dele, como se fosse um picolé. Sou uma boqueteira de marca maior, técnica aprendida assistindo muitos filmes pornôs.
Para reanimá-lo de vez, fiquei de quatro, virando a bunda para ele e enquanto abria as maçãs fartas das nádegas, falei com voz de safada:
- Que meter aqui?
O rapaz me olhou surpreso, com a pica a ponto de explodir. Como não tinha nada para lubrificar, passei os dedos na xaninha encharcada e tentei umedecer, enquanto falava:
- Vai devagar, tá? Enfia aos poucos, viu? Olha, hein, cuidado, tá?
Acho que ele nunca tinha comido um cuzinho. A piroca não acertava a entrada. E quanto acertava, mal sentia a pressão no botãozinho, escorregava para baixo. Tive de ajudar com a mão. E foi entrando meio que na marra, arreganhado as pregas do anelzinho.
Demorou para entrar e apesar da dor, fui me acostumando, rebolando devagar, pedindo mais e mais. Até que entrou tudo, com as bolas do saco encostando nos lábios da minha bocetinha.
Enquanto Vinicius bombava sem parar, eu acariciava o clitoris, buscando o orgasmo. E ele veio de forma intensa, me deixando enfraquecida, prostrada sem me importar com ele ainda metendo adoidado. Nessa hora, notei o vulto de outra pessoa, ao lado da cama.
Era um negro alto, forte como um touro, totalmente nú, segurando um pênis monstruoso, grosso e totalmente rijo. Gritei de susto. Vinicius também parou, surpreso. O negro falou:
- Pode continuar, gente. Será que posso entrar na festa?
O grandão era colega de quarto de Vinicius e tinha outra cópia da chave-cartão. Entrara de mansinho e sei lá, quanto tempo estava assistindo. Amedrontada, recusei:
- Não, não. Nós já terminamos. Eu preciso voltar para o meu quarto. Meu filho já vai chegar.
Vinicius também tentou ajudar:
- Olha, Negão, não enche, pô! Ela não tá a fim, tá!
O tal negão, soube depois, era zagueiro daquele time. E ele insistiu:
- Ôo moleque, vou te dedar pro professor. Daí já sabe, né?
Me senti ferrada com a situação. Arrependida. Mas não podia prejudicar o garoto que não sabia o que fazer, com aquela expressão desesperada no rosto. E eu tinha muita culpa no cartório. A contragosto concordei:
- Tá bom. Só que tem que ser bem rapidinho. Estou com pressa, viu?
O negão veio com a pirocona na minha cara, insinuando um oral, mas fiz de desentendida. Meu olhar não desgrudava daquela tora grossa e preta como breu.
Olhei para o pênis de Vinicius, naquela altura todo mole e encolhido. Deitei de costas na cama, abri as pernas e esperei o negão me penetrar.
Fechei os olhos, como se não vendo, pudesse fugir daquela situação. Pude sentir o rosto dele próximo do meu pela respiração arfante, denotando excitação.
O pauzão foi entrando, me abrindo, rasgando e partindo em duas. Mesmo com a xoxotinha ainda melada com a porra do Vinicius, ardia demais, a cada avançada, como seu fosse virgem outra vez. Acho que o medo me fazia contrair a vagina, aumentado ainda mais o incomodo e ardência.
A penetração parecia não acabar nunca. Instintivamente, coloquei as palmas da mão em seu peito, procurando afastá-lo. Minha boceta estava toda esticada de dentro para fora.
O negão começou a estocar e de repente, a ponta bateu lá no fundo, provocando uma dor aguda. Parecia até que meu útero tinha sido perfurado.
Gemí de dor, sem conter as lágrimas que escorria pelos cantos dos olhos. E aguentei, cerrando ainda mais as palpebras, enquanto tentava fugir com os quadris das estocadas profundas, se autoprotegendo das pontadas de dor.
O negão parecia um bate estacas, com o entra-e-sai fazendo um barulho alto de ¨ploc-ploc-ploc¨, suando de monte, molhando meu ventre. Acho que me acostumei com o invasor e relaxei um pouco, até prestando atenção nos seus palavrões:
- Puta que pariu! Que gostosa! Porra! Porra! Que boceta apertada! Puta que pariu! Coroa gostosa! Vou te encher de porra! Gostosa!
Dar na marra não tem nenhuma graça. Queria que o negão gozasse logo, acabando com meu tormento. Mesmo cansada, entregue, descerrei os lábios e passei a gemer, até aceitando seu beijo molhado com aqueles beições envolvendo meus lábios.
Enquanto ajudava meneando os quadris, ao abrir os olhos, vi Vinicius de pé, ao lado da cama, mexendo na piroca duríssima. Eu estava reassumindo o controle da situação.
Sempre fantasiei uma DP. E aquela era uma ocasião de ouro. Empurrei o negão e mudamos de posição com eu ficando por cima. Inclinada para a frente, empinei a bunda e chamei Vinicius.
- Vem, Vinicius, mete atrás. Termina de comer meu cuzinho, vai!
Vinicius veio e começou a enfiar no buraquinho já arrombado. A penetração foi mais fácil desta vez. E quando nos três acertamos o ritmo, tive a sensação de estar com dois paus ou na bocetinha ou no cuzinho, sem conseguir distinguir em qual buraco estavam.
Nessa hora, pela primeira vez na vida, tive orgasmos multiplos. Não parava de vir, em ondas sucessivas. Achei que tinha urinado, mas, não, até ejaculei. Sim, espirrou um liquido branco e viscoso de mim. Devo ter gritado como se estivessem me matando!
E deles, não sei quem foi antes e nem percebi quando gozaram. Só sei que me encheram de porra, muita porra. Vinicius desengatou do meu traseiro, o negão saiu de baixo, ficou de pé ao lado da cama, me pegou pelos cabelos e fez eu colocar aquele mastro monstruoso e melado na boca. Mamei por instinto aquela tora meio amolecida. O negão tremia, imprecando palavras pornográficas.
Apressada, sem fechar as alças das sandálias, toda dolorida e torta, com a gala escorrendo pelas coxas e coração batendo descompassado, saí correndo no corredor.
De vez em quando, vejo jogos daquele time. O negão quase sempre joga. Já o Vinicius, que pena, nunca mais eu vi... Não sei onde, li que ele estava jogando na Ucrânia ou Rússia, sei lá.”