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domingo, 25 de maio de 2014

Conto: "Eu não sou de ferro"

http://contosdotadeu.blogspot.com.br/2014/05/conto-eu-nao-sou-de-ferro.html
Conto enviado por um leitor do blog, que também mandou uma foto da morena deliciosa. Quem quiser compartilhar sua experiência, pode mandar para o email fielaputaria2010@gmail.com sigilo e anonimato absoluto, claro se essa for a vontade do leitor/escritor. Se quiser, posso divulgar as informações de contato e nome, fica a critério da pessoa. 
Mas vamos ao conto!
Minha vida ficou entediante depois que tivemos nosso primeiro filho. Não a vida em si, mas na área sexual. Minha esposa se achava feia por ter engordado, por terem aparecidos algumas estrias e outras preocupações dignas da mente feminina. Eu por outro lado estava amando o fato de ser pai e de ver minha família tomar um novo rumo com isso. E por mais que eu tentasse animá-la, era em vão. Click aqui ou na foto para ver mais.

sábado, 13 de julho de 2013

Coroa libertina

Ela mesma se intitula “Coroa Libertina”, seu nome é Vanessa, não deu muitos detalhes de onde se passou a história, mas parece ser real. Vale a pena conferir. Beijos...

“Meu filho foi escalado pela firma, para uma feira farmacêutica na capital. Como queria fazer compras, resolvi acompanhá-lo.
Chegamos no hotel quase junto com um ônibus, que trazia um time de futebol. A recepção ficou congestionada com a delegação. Sentei no sofá e fiquei observando os atletas. Notei que um grupo deles, escarneavam um rapaz bem jovem, chamando-o de florzinha, fazendo trejeitos gays e outras brincadeiras com a sexualidade do garoto.
Não gosto e nem entendo de futebol. Meu filho não é fanático, mas pôde me explicar que aquele era um time profissional, com alguns jogadores famosos e que até já jogaram na seleção. Estavam alí para uma partida do campeonato brasileiro.
Retornei ao hotel e assistí um pouco de TV. Achei interessante os canais pagos, já que em casa, só recebemos sinal da TV aberta. Em especial os canais pornôs da playboy, sexy hot e até um com travestís, o for man. Acho que aquelas imagens despertaram minha libido.
Enquanto tomava uma ducha, passei a acariciar meus grandes seios redondos e ainda um pouco firmes para uma quarentona. Logo os dedos estavam na xoxotinha, aumentando a umidade que brotava. O grelinho já endurecido. E a mente maquinando coisas obscenas.
A fantasia de se exibir, provocar os homens e vê-los ficarem de pau duro não saía da cabeça. Talvez porque, estava eu, ali numa cidade longe de casa, onde ninguém me conhecia e num hotel lotado de homens.
Caprichei na maquiagem. O espelho refletia um rosto de 46 anos, que desde menina todos dizem ser bonito. Meus olhos tinham uma expressão de cio, tarada por uma aventura.
Ia vestir a calcinha, porém, desisti. Achei melhor colocar a meia 3/4 e cinta-liga vermelha, toda rendada. Sem mais nada, coloquei um vestido justo, de alcinha e decotado. O tecido leve, caía moldando as nádegas fartas e estava perfeito para ocultar as imperfeições, dando o ar da ¨falsa magra¨.
Desci até o térreo, onde ficava o bar. Pedi um licor de menta. Com o coração aos pulos, virei de costas para o balcão, ficando de frente para o salão. Pensei em descruzar e abrir as pernas ¨sem querer¨, para mostrar as coxas lisas e branquinhas, contrastando com a liga vermelha. Se fizesse isso, quem quisesse veria não só o tufo de pentelhos aparados, como até os lábios da xaninha, naquela altura toda molhada e formigando de tesão.
Ao lado dos elevadores estava o rapazinho judiado, ligando para alguém. Parei e simulei esperar a vez de fazer uma ligação. Então reparei o quanto era bonito, com o corpo atlético e malhado. A cabeça raspada o deixava mais moleque ainda, realçando o rostinho lindo.
- Ah, tá! Você joga no time principal?
- É, estou começando ainda.
E continuamos o diálogo, até ele contar a razão das chacotas.
Na chácara de um dos jogadores, fizeram a festa com uma prostituta e quando chegou a vez dele, ele não conseguiu transar com ela. Aquilo atiçou meu lado maternal, sei lá e fui interrogando:
- Como não conseguiu? Você não quis?
- Não é que não quis. Querer até queria, mas com turma toda encima tirando sarro, fiquei com vergonha e...
Não sei porque, só conversando, os biquinhos dos seios enrijeceram e percebi que a xaninha umedecia. E de ¨forma inocente¨, fui abrindo as pernas, movendo as ancas pra o vestido subir, me mostrando cada vez mais, enquanto perguntava:
- E se fosse eu aquela puta, você transaria comigo?
Vinicius, digamos que este seja o nome dele, me olhou fixamente, falando:
- Não precisa nem perguntar! Se fosse a senhora, é claro que a história seria outra. Aquela era uma puta suja que já tinha dado pra não sei quantos. A senhora não. A senhora é uma mulher linda, de classe.
Ele que até então, mantinha uma postura séria e respeitosa, se soltou de vez. Me puxou para o sofá maior e colocou as mãos nas minhas pernas. Em retribuição, apalpei a piroca dele, por cima da calça do agasalho esportivo e sentí que estava ereto, em ponto bala.
Não sabia no que aquilo ia dar. A ideia era só provocá-lo, deixar excitado. Brincar, trocar carícias íntimas, ousadas e nada mais. Ter uma boa recordação da viagem.
Me acheguei mais e deixei os cabelos tocarem seu pescoço, com suas narinas aspirando meu perfume. Os olhos de Vinicius não desgrudavam do decote, onde entre as alças vermelhas do vestido sobressaía o vale formado pelos seios.
Ele me beijou timidamente, quase um selinho. E eu correspondi com um vulcão de mulher madura, abrindo a boca e sugando sua língua. E acabou num beijo molhado, libidinoso. Suas mãos passeavam nas minhas costas desnudas.
Dei uma rápida olhada ao redor e como ninguém estava vendo, libertei um seio, virando o ombro, escondendo dos demais e aproximando o mamilo grande e escuro na boca dele.
Desajeitado, Vinicius chupou sofregamente. O calor do seu hálito, mamando ali, provocou ondas de prazer pelo meu corpo. Estremeci como atingida por um choque elétrico. Com a vagina ensopada e piscando, já nada importava. Eu achava que podia parar a brincadeira quando quisesse.
Vinicus me agarrava com força. A situação estava ficando perigosa e arfando de desejo, só pude dizer:
- Não, aqui não. Vamos para outro lugar.
Mas, onde? No meu apartamento não dava, pois, meu filho poderia voltar e nos surpreender. Enquanto pensava, já no elevador, o rapaz apertou o botão do sexto andar. E fomos para o quarto dele. A coisa já tinha saído do controle. Nem eu mesma sabia como, o que era para ser só momentos picantes, encaminhava para uma relação sexual completa.
Mal entramos, ele já foi me agarrando e aos beijos, caímos na cama. Suas mãos ávidas tinham tanta pressa em arrancar meu vestido que, até temi que ele o rasgasse. Colaborei abrindo o fecho atrás, rebolando para que o garoto pudesse erguer o vestido, tirando por cima da minha cabeça.
Os olhos de Vinicius brilharam de desejo, apreciando meu corpo, só de meias, cinta-liga e sandálias. Tirou o agasalho rapidamente, arremessando as peças para tudo que é lado, até a cueca boxer que foi parar longe. Ví então a sua piroca, de tamanho médio, duro apontando para cima de tão ereta. As veias inchadas pareciam latejar.
Afobado, já quis meter. Apesar de nunca dispensar preliminares, como não tinhamos muito tempo, deixei ele me penetrar. Pensei até na camisinha, mas na falta, o jeito foi ir em frente.
A pica de Vinicius entrou na xaninha, provocando leve queimação. E o garoto bombou a mil por hora, como um pistão de motor a explosão. E quando eu estava entrando no clima, ele parou de repente. Protestei:
- Mais, mais, não para. Mais, vai, não para, ahhh, não para!
Por instinto me agarrei forte nele, meneando o quadril, mas, foi em vão. O jato forte de esperma quente encheu minha grutinha e continuou pulsando, jorrando mais porra. Meio frustrada, correspondi ao seu beijo.
Quando Vinicius foi ao banheiro, descalcei as sandálias, tirei a cinta-liga que saiu embolada com a meia e fui atrás dele. Entrei no box, lavei seu mastro meio mole e alí mesmo, ajoelhei e comecei a chupar a rola. Ainda excitada, com a bocetinha piscando, caprichei no boquete. Eu queria mais, não podia ficar sem orgasmo!
Voltamos para a cama com eu mamando e lambendo o pau dele, como se fosse um picolé. Sou uma boqueteira de marca maior, técnica aprendida assistindo muitos filmes pornôs.
Para reanimá-lo de vez, fiquei de quatro, virando a bunda para ele e enquanto abria as maçãs fartas das nádegas, falei com voz de safada:
- Que meter aqui?
O rapaz me olhou surpreso, com a pica a ponto de explodir. Como não tinha nada para lubrificar, passei os dedos na xaninha encharcada e tentei umedecer, enquanto falava:
- Vai devagar, tá? Enfia aos poucos, viu? Olha, hein, cuidado, tá?
Acho que ele nunca tinha comido um cuzinho. A piroca não acertava a entrada. E quanto acertava, mal sentia a pressão no botãozinho, escorregava para baixo. Tive de ajudar com a mão. E foi entrando meio que na marra, arreganhado as pregas do anelzinho.
Demorou para entrar e apesar da dor, fui me acostumando, rebolando devagar, pedindo mais e mais. Até que entrou tudo, com as bolas do saco encostando nos lábios da minha bocetinha.
Enquanto Vinicius bombava sem parar, eu acariciava o clitoris, buscando o orgasmo. E ele veio de forma intensa, me deixando enfraquecida, prostrada sem me importar com ele ainda metendo adoidado. Nessa hora, notei o vulto de outra pessoa, ao lado da cama.
Era um negro alto, forte como um touro, totalmente nú, segurando um pênis monstruoso, grosso e totalmente rijo. Gritei de susto. Vinicius também parou, surpreso. O negro falou:
- Pode continuar, gente. Será que posso entrar na festa?
O grandão era colega de quarto de Vinicius e tinha outra cópia da chave-cartão. Entrara de mansinho e sei lá, quanto tempo estava assistindo. Amedrontada, recusei:
- Não, não. Nós já terminamos. Eu preciso voltar para o meu quarto. Meu filho já vai chegar.
Vinicius também tentou ajudar:
- Olha, Negão, não enche, pô! Ela não tá a fim, tá!
O tal negão, soube depois, era zagueiro daquele time. E ele insistiu:
- Ôo moleque, vou te dedar pro professor. Daí já sabe, né?
Me senti ferrada com a situação. Arrependida. Mas não podia prejudicar o garoto que não sabia o que fazer, com aquela expressão desesperada no rosto. E eu tinha muita culpa no cartório. A contragosto concordei:
- Tá bom. Só que tem que ser bem rapidinho. Estou com pressa, viu?
O negão veio com a pirocona na minha cara, insinuando um oral, mas fiz de desentendida. Meu olhar não desgrudava daquela tora grossa e preta como breu.
Olhei para o pênis de Vinicius, naquela altura todo mole e encolhido. Deitei de costas na cama, abri as pernas e esperei o negão me penetrar.
Fechei os olhos, como se não vendo, pudesse fugir daquela situação. Pude sentir o rosto dele próximo do meu pela respiração arfante, denotando excitação.
O pauzão foi entrando, me abrindo, rasgando e partindo em duas. Mesmo com a xoxotinha ainda melada com a porra do Vinicius, ardia demais, a cada avançada, como seu fosse virgem outra vez. Acho que o medo me fazia contrair a vagina, aumentado ainda mais o incomodo e ardência.
A penetração parecia não acabar nunca. Instintivamente, coloquei as palmas da mão em seu peito, procurando afastá-lo. Minha boceta estava toda esticada de dentro para fora.
O negão começou a estocar e de repente, a ponta bateu lá no fundo, provocando uma dor aguda. Parecia até que meu útero tinha sido perfurado.
Gemí de dor, sem conter as lágrimas que escorria pelos cantos dos olhos. E aguentei, cerrando ainda mais as palpebras, enquanto tentava fugir com os quadris das estocadas profundas, se autoprotegendo das pontadas de dor.
O negão parecia um bate estacas, com o entra-e-sai fazendo um barulho alto de ¨ploc-ploc-ploc¨, suando de monte, molhando meu ventre. Acho que me acostumei com o invasor e relaxei um pouco, até prestando atenção nos seus palavrões:
- Puta que pariu! Que gostosa! Porra! Porra! Que boceta apertada! Puta que pariu! Coroa gostosa! Vou te encher de porra! Gostosa!
Dar na marra não tem nenhuma graça. Queria que o negão gozasse logo, acabando com meu tormento. Mesmo cansada, entregue, descerrei os lábios e passei a gemer, até aceitando seu beijo molhado com aqueles beições envolvendo meus lábios.
Enquanto ajudava meneando os quadris, ao abrir os olhos, vi Vinicius de pé, ao lado da cama, mexendo na piroca duríssima. Eu estava reassumindo o controle da situação.
Sempre fantasiei uma DP. E aquela era uma ocasião de ouro. Empurrei o negão e mudamos de posição com eu ficando por cima. Inclinada para a frente, empinei a bunda e chamei Vinicius.
- Vem, Vinicius, mete atrás. Termina de comer meu cuzinho, vai!
Vinicius veio e começou a enfiar no buraquinho já arrombado. A penetração foi mais fácil desta vez. E quando nos três acertamos o ritmo, tive a sensação de estar com dois paus ou na bocetinha ou no cuzinho, sem conseguir distinguir em qual buraco estavam.
Nessa hora, pela primeira vez na vida, tive orgasmos multiplos. Não parava de vir, em ondas sucessivas. Achei que tinha urinado, mas, não, até ejaculei. Sim, espirrou um liquido branco e viscoso de mim. Devo ter gritado como se estivessem me matando!
E deles, não sei quem foi antes e nem percebi quando gozaram. Só sei que me encheram de porra, muita porra. Vinicius desengatou do meu traseiro, o negão saiu de baixo, ficou de pé ao lado da cama, me pegou pelos cabelos e fez eu colocar aquele mastro monstruoso e melado na boca. Mamei por instinto aquela tora meio amolecida. O negão tremia, imprecando palavras pornográficas.
Apressada, sem fechar as alças das sandálias, toda dolorida e torta, com a gala escorrendo pelas coxas e coração batendo descompassado, saí correndo no corredor.
De vez em quando, vejo jogos daquele time. O negão quase sempre joga. Já o Vinicius, que pena, nunca mais eu vi... Não sei onde, li que ele estava jogando na Ucrânia ou Rússia, sei lá.”


quinta-feira, 1 de março de 2012

Virei amante da Titia

Recebi esse conto por email ontem a tarde, o leitor é meu amigo e disse que os fatos são reais! Até hoje come a tia! Quando o tio vai para as pescarias, ele vira amante e "dorme" até três dias seguidos na cama do corno.
Vamos ao conto, na íntegra:

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A gordinha por acaso


Moro em um prédio na zona oeste de São Paulo, e quase não tinha contato com meus vizinhos porque saio cedo para o trabalho, e volto sempre depois das nove horas da noite. No início de maio deste ano, dia chuvoso e frio, tive que acelerar uns relatórios e decidi ficar dois dias em casa, isolado. Era inicio da noite de uma terça-feira, estava concentrado em meu trabalho, quando ouvi alguns ruídos no lado de fora do meu apartamento. Como já precisava de uma espairecida, afinal já estava concentrado no trabalho há mais de 3 horas, e lentamente, quase me espreguiçando, abri a porta e vi um casal se pegando embaixo da escada.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Gozando na piscina

Tenho 29 anos e sou bem casada há cinco anos com um marido carinhoso, com quem tenho uma filha linda, de dois anos. Posso dizer que sou uma mulher atraente, porque ouço isso todos os dias desde sempre, inclusive de mulheres. Me considero fiel, mas não sou santa e o fato é que gosto muito mesmo de sexo. Como qualquer mulher normal, sinto atração por outros homens e tenho minhas fantasias secretas, que obviamente não conto para meu marido.

Protegida pelo anonimato deste site, posso confessar que me masturbo quase todo dia fantasiando transas deliciosas, algumas com caras desconhecidos, mas normalmente com homens que conheço do trabalho, com amigos meus e até com meu cunhado (namorado da minha irmã mais nova, que é uma coisa...). Geralmente me masturbo no banho, com o chuveirinho, mas quando estou sozinha em casa gosto de me masturbar na sala, na cozinha, na cama, sempre procurando uma posição que se aproxime ao máximo de uma boa transa real, normalmente massageando o ponto G com dois dedos e arrastando o clitóris na palma da mão. E já que é pra confessar geral (rs), devo dizer que de um ano e pouco pra cá tenho transado direto com meu marido pensando em outros homens (não sempre, mas com alguma freqüência) e quanto mais proibida a relação, mais gostoso eu gozo.

Este fim de semana, para meu desespero, fomos com minha irmã e meu cunhado para a casa da família dele em um condomínio fechado de Búzios. Se vocês vissem meu cunhado entenderiam o que estou falando. O cara é simplesmente uma delícia. Tem 32 anos, joga pólo aquático (já viu o ombro, né?), moreno claro, cara de safado (muito safado mesmo) e ainda por cima com a intolerável mania de andar de sunga e sem camisa o dia inteiro, me forçando a olhar para aquele corpão e, pior, para o pauzão que aquela sunga preta nem tenta esconder.

Meu marido, que tem 38 anos, faz outro estilo. Tipo paizão mesmo (que eu adoro), mas esteticamente falando não dá pra comparar. Barriguinha de chopp, careca começando a tomar conta, passava a maior parte do tempo no bar da piscina, bebendo, comendo churrasco, contando piada, jogando sinuca, etc.

Eu, que já havia “dado” mentalmente para aquele Deus Grego várias vezes nas últimas semanas, estava possuída por um tesão que era simplesmente incontrolável. A cada saída dele da piscina, apertava as coxas de tesão. Estava tão melada que parecia que ia escorrer. Como meu marido continuava no salão de jogos e minha irmã tinha acabado de sair com a Bia (minha filha) para comprar sorvete, tomei coragem e pedi a ele pra passar protetor nas minhas costas. Como sei que tenho um corpo bonito (modéstia à parte, mesmo depois da gravidez, meu corpo é mais bonito que o da minha irmã mais nova), sabia que ele iria pensar altas sacanagens quando me visse de bruços com as pernas um pouco abertas.

Foi uma tacada arriscada, mas o clima era de confraternização familiar e dava pra justificar. Ele ainda comentou: “estava mesmo pensando em me oferecer para passar o protetor, porque pela marquinha do biquíni estou vendo que vc deve estar pegando fogo”. Me digam se não é um filho da puta. Ele se sentou de lado na espreguiçadeira, com as coxas um pouco molhadas da piscina encostadas na lateral da minha bunda, quente pelo sol. Vocês não podem imaginar o tesão que senti quando ele começou a passar as duas mãozonas nas minhas costas, descendo as duas ao mesmo tempo pelos lados até a cintura, praticamente levantando meu quadril, passando os dedos de leve na minha barriga, esbarrando na pélvis. Não me contive e soltei um “ai” bem gemido e achei que iria gozar ali mesmo. Ele não parava. Passava a mão na minha nuca, nas costas, descia até a curva da bunda.

Eu ouvia as gargalhadas do Roberto, meu marido, lá dentro do salão de jogos e sabia que ouviria o barulho do carro caso minha irmã chegasse. Virei o pescoço e vi uma cena linda. Meu cunhado estava olhando fixamente para o meio das minhas coxas, com o pau duríssimo por baixo daquele sungão delicioso. Quase gaguejando, pedi que passasse protetor nas pernas também. Ai meus Deus. O que estava fazendo? Já estava empinando a bunda descaradamente quando senti seus dedos grossos na parte interna da minha coxa esquerda. A sensação do creme gelado na pele queimada me fez perder qualquer noção do perigo. Abri as pernas e deixei ele se deliciar a poucos milímetros da minha boceta, que seria dele ali mesmo se ele quisesse. Ele passava devagar o protetor, encostando de vez em quando as costas da mão exatamente onde vocês estão pensando.

Com certeza acabaria gozando não fosse o barulho do carro da minha irmã chegando. Ele ainda passou a mão aberta na minha bunda sem dó nem piedade antes de dizer no meu ouvido que teria que pular na piscina para esconder a ereção. E eu, mais louca ainda, respondi que teria que ir ao banheiro para terminar o que ele tinha começado. Louca, eu sei. Mas estava descontrolada. Não podia evitar e era mais forte do que eu. Ele então propôs, exatamente com essas palavras: “vem pra piscina que eu te ajudo a gozar na frente do seu marido e da sua irmã”. Mas era muito abusado o cara.

Dominada pelo desejo, esperei minha irmã chegar, distribuir picolés (eu não queria nada, só pensava em entrar logo na piscina e gozar o mais próxima possível daquele homem fantástico), etc. Ela continuou brincando com a Bia e eu decidi ir para a piscina. Não sem antes passar pelo chuveiro, só pra ele poder ver meu corpo inteiro, se exibindo pra ele. De propósito, levantava a parte de baixo do biquíni para “ajeitar”, deixando ele ver um pedacinho dos pelos. Ele estava claramente louco de tesão. Me olhava fixamente com uma cara de safado indescritível.

Entrei na piscina disposta a torturar aquele homem com muita classe. Minha irmã colocou um CD que a Bia adorava no último volume e com isso ninguém ouvia o que falávamos a não ser que entrasse na piscina ou chegasse bem perto. Ficamos conversando com cara de velhos amigos, em pé na piscina, mas só conseguíamos falar do tesão que estávamos sentindo ali naquele momento. Ele tocava o pau toda hora, enquanto eu praticamente babava olhando aquele tronco de homem com água pela cintura. A essas alturas já olhava diretamente para o pau, sempre checando se ninguém estava prestando atenção.

Com a cara mais cínica do mundo, me perguntou se já havia me masturbado pensando nele. Assim, na lata. Respondi com outra pergunta: “por que? Você já?” Ele respondeu que tinha feito mais que isso. Pedi que explicasse. Ele então me confessou que na noite anterior me viu saindo do quarto de noite para ir ao banheiro só de baby doll. Que já havia reparado no meu corpo e inclusive já tinha se masturbado muito pensando em mim, que eu tinha uma carinha de quem gozava muito gostoso e tudo, mas que naquele momento o tesão ficou incontrolável e ele acordou minha irmã e fodeu ela de costas igual a um animal imaginando que estava me comendo.

O cara estava me matando com aquele relato. Peguei uma daquelas bóias em forma de lingüiça e coloquei no meio das pernas, pressionando muito enquanto ele discretamente afastava a sunga e me mostrava um pau grosso, enorme, com a cabeça rosa pulsando sozinho. Disse a ele que havia dado pro meu marido inúmeras vezes imaginando ele me comendo em pé, de costas, na ponta dos pés, na sala da minha casa, e também com o cotovelo na pia da cozinha, e gozando na minha boca. Estava descontrolada, senti que iria gozar na piscina. Ele só olhou, sorriu com o canto da boca, e disse: “goza, putinha. Chegando no Rio vou te foder igual a uma puta. Vc vai apanhar muito”.

Aquele homem me fez gozar como nunca havia gozado na vida sem sequer encostar em mim. À noite, dei pro meu marido alucinadamente, gemendo alto pra que ele ouvisse do outro quarto e ouvi também os gemidos da minha irmã, que estava certamente adorando levar aquele caralho grosso com força. Isso aconteceu este fim de semana e ainda não nos falamos depois disso. Mas agora preciso gozar com esse homem dentro de mim de qualquer jeito. Quero me entregar pra ele como nunca me entreguei a ninguém. 








quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Ninfeta mulata, parte 3

Garimpando na internet encontrei mais fotos dessa delícia!!! Já é o terceiro post no blog, confiram os links no final, tem mais duas sequências dessa gostosa peituda! Ninfetinha deli deli...





Seguem os links com as outras fotos dessa gostosa!!!

Ninfeta mulata, parte 2: http://contosdotadeu.blogspot.com/2011/09/ninfeta-mulata-parte-2.html

Ninfeta mulata (primeiro post): http://contosdotadeu.blogspot.com/2011/08/ninfeta-mulata.html

Vale a pena conferir cada postagem acima, é muito gostosa essa "nêga"... delícia de ninfeta!!!
A procura continua, encontrando mais fotos, continuo a saga com "Ninfeta mulata, parte 4", quem tiver mais imagens dessa gostosa, pode mandar, que eu publico!
Beijoooo...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Empregada depravada

Tenho 40 anos de idade e sou bastante depravado. Talvez isto seja devido a minhas aventuras na infância e adolescência. Por isso, quero relatar aqui como foram minhas primeiras experiências sexuais. Quando eu tinha 11 anos de idade minha mãe contratou uma nova empregada. Ela tinha sido retirada do campo para trabalhar numa casa de prostituição até que teve um filho e então foi expulsa pelo cafetão, tendo que entregar o filho para adoção. Ela era nova e bonita, coxas grossas, bunda bem redondinha, quadris largos e um par de seios bem grandes que me deixavam fascinado. Tentei espiá-la algumas vezes por uma fresta que tinha no quarto dela, mas o máximo que consegui foi vê-la de calcinha e soutien, pois ela já saía assim do banho. Minha mãe ficava fora de casa 3 dias por semana toda a tarde, pois fazia um curso de pintura. Minha irmã de 9 anos ia para o colégio a tarde. Passadas algumas semanas, comecei a ficar mais amigo da nova empregada e ganhando confiança. Tinha muito medo que ela contasse algo para minha mãe, mas um dia resolvi arriscar e disse que eu nunca tinha tido visto uma mulher pelada e que ela tinha um corpo muito bonito. Pedi se ela podia me mostrar os peitos. Ela pensou e hesitou, mas acabou concordando. Então abriu parcialmente os botões da blusa e mostrou os seios, mas com soutien. Pedi para ela tirar e ela se negou, mas disse que eu poderia apertá-los um pouco. Coloquei minhas duas mãos uma em cada peito e ainda sobrava muita carne para pegar. Apertei e alisei e vi que ela gostava. Depois de uns minutos fechou e disse que bastava por hoje. No outro dia, mal minha mãe havia saído eu já parti para cima da empregada. Ela disse que assim que acabasse o serviço ia me mostrar os peitos novamente. Desta vez estava com uma blusinha justa e parecia mais safada. Ela me colocou sentado no sofá e ficou de pé na minha frente. Levantou a blusa de uma vez até acima dos seios e começou a fazer suspense para tirar os seios para fora. Eu fiquei com o olho grudado neles. Então ela puxou o soutien para o lado e aqueles dois peitões saltaram para fora. Eu fiquei louco. Os mamilos eram enormes e tinha um bico grosso e pontudo. Ela ajoelhou na minha frente e disse que eu podia pegar e apertar. Eu fiz a festa. Brinquei com os biquinhos que ficaram durinhos e ela pedia para comprimir um seio contra o outro. Ela sentou ao meu lado no sofá e me puxou para seu colo e disse que agora eu ia mamar. Me pegou como a um bebê e enfiou minha cara num peito. Eu comecei a chupar no bico e ela foi me ensinando a lamber, chupar e sugar. Ela adorava, pois devia estar com muito tesão recolhido. Passei a chupar e agarrar os dois peitos. Ela notou que meu pintinho estava duro e comecou a pegar nele e eu senti pela primeira vez uma sensação muito boa.. Ela me tirou do colo colocando ao seu lado. Se esticou no sofá e abriu as pernas, ainda de calça. Pediu para eu esfregar minha mão sobre a buceta dela enquanto eu chupasse seus peitos. Eu apertava sua buceta por sobre a calça e ela gemia de olhos fechados. Ela me agarrou pelo pescoço comprimindo contra os peitos e omeçou a tremer até gozar. Ela ajeitou o soutien e baixou a blusa e me disse que eu tinha feito uma coisa muito boa para ela. Dias depois eu estava louco para repetir aquilo tudo. Pedi para ver ela toda peladinha. Ela disse que tiraria toda a roupa se eu também tirasse a minha e fizesse tudo o que ela mandasse. Eu concordei e ela logo veio e tirou minha camisa, depois minha bermuda e então a cueca. Me colocou sentado no sofá e ajoelhou na minha frente. Então pegou meu pintinho que já estava ficando duro e engoliu ele todo com sua boca macia e quente. Foi uma sensação que nunca vou sentir igual. Meu pau ficou uma pedra e ela lambia, chupava e esfregava na sua cara. Lambia e chupava minhas bolas que tinham pentelhos ainda ralos. Ela tinha cabelos pretos, abundantes e crespos que não me permitiam ver ela chupar meu pau. Meu pau ainda não era grande como é hoje (23 cm) e assim ela conseguia enfiar todo na boca. Eu adorava aquilo e sentia um tesão louco. Ela acelerou os movimentos e acho que tive um meio orgasmo, pois senti algo mais intenso. Quando ela tirou pra fora da sua boca vi que tinha uma espuminha na cabeça do meu pau, algo querendo tornar-se porra. Ela levantou de pé e como eu tinha sido bonzinho ia fazer um showzinho pra mim. Tirou a blusa e logo a calça. Ficou de calcinha e soutien e começou a dançar pra mim, dando voltinhas na minha frente e rebolando o rabão. Chegou mais perto e deixou eu apalpar a bunda, quase esfregando na minha cara. Meu eu continuava pelado e de pau duro. Ela afastou-se e tirou o soutien totalmente libertando aqueles peitões que balançavam muito enquanto ela dançava. Eu podia ver os pentelhos pela calcinha semitransparente e pedi que ela tirasse logo. Ela perguntou novamente se eu concordava em fazer tudo o que ela mandasse deste dia em diante e eu prontamente disse que sim. Ela baixou a calcinha e exibiu aqueles pentelhos bem pretos e abundantes. Então me mandou ficar de pé enquanto ela sentou. Estava com os joelhos colados e disse que só ia abrir se eu prometesse que ia lamber a xereca todinha. Não hora eu concordei. Então ela abriu as pernas e escancarou aquele bucetão enorme e peludo. Ficou se exibindo abrindo bem a buceta e pediu para eu chegar perto para ver lá dentro. Senti o cheiro que exalava da buceta e comecei a ficar sem coragem de lamber. Ela vendo minha hesitação puxou minha cara e enfiou na sua buceta e ficou esfregando quase me deixando sem respirar e sem poder reagir. Me libertei e sai correndo chorando dizendo que assim eu não gostava. Me tranquei no quarto e fiquei lá até minha mãe chegar. Fiquei com medo dela. No outro dia logo que minha mãe saiu, ela me procurou e disse que se eu não obedecesse a noite iria contar tudo pra minha mãe. Conformado, ela me levou até o sofá e tirou minha roupa toda. Perguntou se eu tinha gostado quando ela chupou meu pau. Eu disse que sim e então ela disse que hoje só ia me chupar se eu chupasse ela primeiro. Ela tirou rapidamente toda a roupa, colocou uma toalha no sofá e sentou em cima. Abriu bem as pernas e de trás da almofada tirou uma lata de leite condensado que havia escondido. Eu era louco por leite condensado e vivia tomando escondido da minha mãe. Derramou sobre sua buceta e disse para eu me aproximar e lamber o leite condensado. Comecei a lamber e a gostar. Fui lambendo e chupando, e ela sempre derramando mais e me ensinando como eu devia fazer, onde devia lamber e chupar. Ela gemia e se contorcia. Estava adorando e logo deu uma gozada daquelas de urrar. Agora foi minha vez de sentar na toalha que já estava toda suja. Ela começou a derramar a lata de leite condensado no meu pau e a chupar ele todo. Aquilo estava delicioso. Ela pediu para eu colocar meus joelhos nos ombros e então começou a colocar leite condensado no meu saco que logo escorreu para meu cu e minha bunda. Ela lambia e engolia minhas bolas e então começou a lamber também minha bunda e meu cu e eu senti uns calafrios gostosos adorando aquilo. A safada viu que eu gostei e então enfiava a língua no meu cuzinho apertadinho. Era realmente bom. Logo meu leitinho misturou-se ao leite condensado e ela não poupou nada. Repetíamos aquilo tudo sempre que possível e eu já era fera em chupar buceta, mesmo sem o leite condensado. Um dia pedi a ela se podia convidar meu vizinho também de 11 anos que era meu grande amigo e sempre brincávamos juntos. Ela aceitou, mas deveríamos fazer tudo o que ela mandasse. Meu vizinho já sabia de tudo e concordou pois estava muito curioso e ansioso para ver uma mulher pelada e experimentar todas aquelas coisas que eu contava. No outro dia chegamos os dois e ela nos mandou tirar a roupa toda. O pinto do meu amigo era bem menor que o meu, mas ele tinha mais pentelhos. Acho que ele estava de pau duro desde a hora que saiu de casa. Ela tirou toda a roupa e meu amigo quase desmaiou. Sentou no meio de nós e colocou cada um chupando um peito. Meu amigo foi vendo e aprendendo. Ela escancarou bem as pernas e nós ficávamos passando a mão na xereca. Até que ela mandou nós dois para o meio das pernas. Eu comecei a chupar e lamber a buceta e meu amigo logo também estava chupando sem ter tido nojo. Quando a buceta estava bem melecada, pela primeira vez, ela pediu para eu enfiar minha mão dentro da buceta. Entrou facilmente e ela começou a tremer. Eu tirei a mão e meu amigo também colocou a mão um pouco, sendo que ela logo gozou. Foi nossa vez de sentar e ela começou a chupar nós dois alternadamente. Meu amigo se deliciava. Falei que o melhor ainda estava por vir, mas de repente ela interrompeu a chupeta e anunciou que ia fazer uma brincadeira nova, a brincadeira da uva. Ela trouxe um cacho de uva dedo de dama junto com um pote de gel, que ela já tinha me pedido para esfregar no clitóris dela outras vezes. Ela já tinha eu e meu amigo sob seu controle e a partir de então fui descobrir como minha empregada era depravada e perversa. Ela mandou que nos ficássemos sentados colocando os joelhos nos ombros, o que deixou nossos cuzinhos bem expostos. Ela começou a lamber o meu cuzinho, enquanto eu delirava e meu amigo imaginava o quanto devia ser bom. Logo ela começou a lamber o do meu amigo que não queria que ela parasse mais. Então ela passou o gel em duas uvas e posicionou uma das uvas na entrada do meu cuzinho. Numa forçada ela enfiou a uva pra dentro. Ai que delicia! Apenas uma pequena dorzinha, mas logo ficou gostoso. Então ela colocou a outra no cuzinho do meu amigo que também gostou. Ela voltou a chupar nossos cuzinhos e nós batiamos uma punhetinha ao mesmo tempo. Ela parou e disse para forçarmos até a uva sair. Logo as uvas rolaram para fora e ela voltou a colocar em nossos cuzinhos. Após semanas a brincadeira das uvas sempre se repetia e ela chegava a colocar 3 uvas graúdas em cada um. Fazia-nos caminhar com as uvas dentro, chupava nosso pau até gozarmos e então tirava as uvas pra fora para comê-las. Um dia mandou que eu chupasse o cu do meu amigo e ele chupasse o meu. Sempre insistíamos para ela deixar enfiar as uvas nela, mas ela não deixava. Um dia ela pediu para nós pegarmos um pilão de um socador que enfeitava a sala e passássemos muito gel nele. O pilão devia ter uns 8 cm de grossura e era bem comprido. Ela disse que se nós fizéssemos uma brincadeira nova depois, deixaria nós enfiarmos o pilão na buceta dela. Nós topamos, mal sabendo o que nos aguardava. Colocamos o pilão pra dentro da buceta que deve ter entrado uns 10 cm. Ela adorava e gritava para enfiarmos tudo. Ela deve ter gozado muitas vezes. Acabado disse que agora vinha a brincadeira nova e nós tínhamos que obedecer tudinho. Mandou meu amigo sentar no sofa e eu me ajoelhar. Disse para eu chupar o pau do meu amigo. Eu disse que aquilo não era justo, que eu não era viado. Ela me deu uns tapas e ameaçou que aquilo tudo acabaria e minha mãe saberia de tudo. Sem outra escolha, comecei a chupar o pau do meu amigo, inicialmente com nojo e indignado, mas logo gostei da brincadeira. Ela me fez expor meu cu enquanto chupava e começou a colocar as uvas nele. Aquilo ficou otimo e me fez chupar até meu amigo gozar na minha boca. Foi minha vez de sentar. Meu amigo mais conformado começou a chupar sem reclamar e parecia gostar muito. Eu ainda não tinha gozado quando pediu para meu amigo parar. Passou muito gel no meu pau e mandou meu amigo sentar nele. Ela nem deixou ele argumentar. Agarrou ele pelos braços, passou muito gel no cu dele e colocou-o no meu colo. Ela posicionou meu pau bem na entradinha do cuzinho dele e ele foi soltando o peso. O pau começou a entrar com dificuldade e ele reclamava de dor. Logo ela forçou o corpo dele pra baixo e o pau entrou todo. Nós dois gritamos de dor, mas logo começou a ficar gostoso e ela mandou ele fazer um vai e vem. Meu amigo também começou a gostar. Em poucos minutos eu joguei toda a minha porra no meu amigo. Ela pediu para ele sair e ainda deu uma chupada no meu pau, que estava com o gosto do cu do meu amigo. Aquele dia fui poupado, mas no outro dia, foi minha vez de sentar. Meu amigo já tinha me dito que tinha sido bom. O pau dele era menor e entrou mais fácil. Ele gozou no meu cu pela primeira vez de tantas outras que viriam. Ele também quis repetir e enquanto estava sentado no meu pau ela fez uma chupetinha pra ele. Quase gozamos os dois juntos. Eu também adorei sentar no pau do meu amigo enquanto ela chupava. Sempre implorávamos para ela deixar comermos a buceta ou o cu dela, mas ela nunca deixava. Mas um dia disse que ia tirar nossos cabaços.



segunda-feira, 13 de junho de 2011

Japa girl





Que delícia essa japinha, heim?! Coisa rara uma japonesa peituda, adorei!!!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Coroa na floresta

Durante a semana eu fiz contato com uma coroa via bate-papo, acabei a conhecendo e já nesse dia trepei gostoso com ela. Mantivemos o contato e marquei uma foda para o domingo, a coroa é cheia de taras e uma delas é transar numa floresta, fomos para o meio do mato e tirei essas fotos. Não ficaram muito boas porque foram tiradas do celular. Da próxima vez prometo levar uma câmera.
É importante que salientar que ela não é nenhum exemplo de beleza, porém trepa bem demais, é muito boa de serviço, faz tudo que um homem deseja e deixa muita menininha no chinelo.
Seguem as fotos:








sábado, 20 de novembro de 2010

Uma noite surpreendente

“Gostoso, quero passar a noite com você! Meu pai viajou, vem aqui pra casa...”
Foi essa a mensagem que mudou a minha noite de ontem, quando já não esperava mais nada da sexta-feira, eis que surge uma gostosa para acabar com a minha “carência”, e digo mais, pode até não ter sido a melhor foda da minha vida, mas se eu fizesse um Top 5, com certeza essa noite de ontem entraria fácil.
Pois bem, vamos ao que interessa. Essa menina é uma paquerinha antiga, já fazem 2 anos que nós saímos, nada de compromisso sério, cineminha de vez em quando e muito sexo sempre. A danadinha é fogosa! São 22 anos de muita gostosura e safadeza, ela um ruivinha do cabelo estilo Chanel, olhos cor de mel, peitão (mas das auréolas pequenas, confesso que gosto mas dos bicos grandes), bunda lisa, sem celulites, buceta raspadinha... um corpaço, de fazer inveja a muita atriz pornô por aí.
Quando recebi a mensagem, tratei de correr em direção à sua casa, só fiz vestir uma bermuda e uma camiseta. Chegando lá ela me recebeu vestida num robe transparente e um conjunto de lingerie lilás, uma coisa linda! O sutiã mal escondia aqueles peitões deliciosos, a calcinha (micro) era delicada e sexy ao mesmo tempo, ela teve muito bom gosto ao escolher, me deixou de pau duro só de ver aquele corpo lindo...
Nos beijamos apaixonadamente e ela sussurrou no meu ouvido:
- Quero esse pau todinho dentro de mim, e quero agora!
- Calma, a noite só está começando, temos muito tempo...
Fomos para o seu quarto, até então eu não conhecia a casa dela e gostei de chegar aos aposentos e ver uma cama king, perfeita para os nossos objetivos naquela noite! Tratei de me livrar das roupas e ficar só de cueca, não gosto de ficar nu logo de cara, acho que ficar de cueca dá um ar mais sensual. Ela também jogou o robe de lado, nos deitamos e o clima esquentou. Eu fiz de tudo para mantê-la vestida com a lingerie, estava muito linda e queria curtir aquela deusa mais alguns instantes, o  rala-e-rola começou, mão aqui, mão ali, beijos, sussurros, gemidos, mordidas... as pré-liminares começaram da melhor maneira possível.
- Chupa meu grelo, olha como minha boceta tá meladinha!
Fui beijando seu pescoço, desci pelos peitos, dei uma lambidinha na barriga até chegar na virilha quente, beijei a parte interna de sua coxas e finalmente, coloquei sua calcinha de lado e pude sentir o sabor daquela buceta gostosa, enfiava a língua nos grandes lábios, chupava o grelo e ela ficava doida, quanto mais eu mandava ver, mais ela rebolava e soltava aquele líquido azedinho e delicioso. Senti que ela ia gozar, tratei de intensificar os movimentos, foram uns 20 minutos de sexo oral, as vezes eu beijava o cuzinho cheiroso e metia um dedo só para despertar mais rápido o gozo daquela fêmea sedenta por sexo! Ela gozou! Gozou e não foi pouco, inundou a minha boca, eu nunca tinha visto uma “ejaculação” feminina, achei aquilo o máximo, ela se estremeceu toda e gemia muito alto, suava uma barbaridade, não tinha como ser fingimento, ela realmente estava tendo um orgasmo. Foi lindo!
- Obrigada, obrigada! Você me faz feliz... seu gostoso!
- Estou aqui para te dar prazer, quero que você goze muito!
E nesses dois anos que mantemos esse “romance”, confesso que foi a primeira vez que a vi gozar e a noite ainda prometia mais surpresas.
Meu pau estava feito uma pedra, mas eu não tinha gozado ainda, aliás, nem tinha metido naquele bucetão gostoso. Foi quando ela pediu:
- Realiza uma tara minha?
- Claro! É só pedir, hoje você pode tudo!
- Bate uma punheta aqui na minha frente e goza em mim, é uma fantasia que eu tenho!
Ela deitou com as pernas abertas e ficou batendo uma siririca enquanto eu me punhetava em pé, sem saber ela também realizava uma das minhas fantasias, que era ver uma mulher se masturbando ao vivo.
Gozei! E o jato foi de uma potência incrível, nunca tinha gozado tão forte. Melei a barriga, a boceta e ela não se deu por satisfeita:
- Chega aqui perto, deixa eu mamar esse pauzão!
Mamou e sugou as últimas gotinhas de porra...
Nós dois gozamos sem penetrar, ainda teríamos muito sexo pela frente, mas eu precisava daquele intervalinho que todo homem necessita... rs Nesse momento ela saiu do quarto e voltou com um balde de gelo, um vinho e vários bombons . Era o que eu precisava para me recompor. Não sou entendedor de vinho e como todo bom ‘não entendedor’ gosto do vinho tinto suave ela sabia disso e trouxe um muito bom. Esse intervalo deu um clima de romance àquela putaria toda. Ficamos como dois namoradinhos...
Esse clima foi interrompido quando ela disse:
- Tenho uma novidade!
Levantou-se e colocou um pornozão nacional no DVD, foi a senha para meu pau voltar ao estado de rigidez plena! E ela caiu de boca, mas eu não deixei ela mamar muito, afinal eu queria muito meter naquela buceta!
- Fica de quatro, vou meter em você agora!
Ordem recebida, ela virou aquele bundão gostoso e eu meti na bucetinha inchada e melada de tesão. Meti, tirei e fiquei brincando na portinha, esfregando a cabeça no grelo e arrancando suspiros da vadia.
- Mete, mete, mete... não faz assim! Quero tudo dentro!
- Calma, calma...
E dei uma estocada forte, a segurei pela cintura fazendo uma pressão forte e deixando o pau lá dentro, estava todo dentro!
- Rebola no meu pau sua cachorra!
Enquanto ela rebolava, eu puxava seu cabelo, dava uns tapas na bunda e safada pedindo mais.
- Arranha minhas costas, me chama de cachorra, me bate!
Ela estava muito doida, senti que ela ia gozar pelo menos mais uma vez nessa noite maravilhosa. Eu pedi que ela viesse por cima e me cavalgasse, queria aquela mulher cavalgando no meu pau. E foi nessa posição que o gozo dela veio mais uma vez, me melou todo, essa mulher é um vulcão! Ela gozou, mas eu não parei, queria gozar dentro dela. Mantive as estocadas, aumentei a velocidade e gozei fartamente mais uma vez...
Mas engana-se quem pensa que a noite acabou por aí, como eu disse a mulher é um vulcão e estava sedenta por sexo... mas vamos deixar essa terceira parte para um outro conto, né? Agora eu quero receber os comentários de vocês!

Foto do Orkut dela


quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Minha branquinha virgem

Aquela tarde era sem dúvida memorável. Ali estávamos nós, dois adolescentes, cheios de energia, de vicio, de desejo, de química, de tesão,... corpos quentes e com os hormônios a mais de mil. Disfarçados pelo cobertor,  a coleguinha do outro lado da cama, mal percebia aquilo que fazíamos. Ficou para sempre na minha memória. Fora a minha primeira experiência sexual completa, e gostosa a valer.
Vamos aos fatos, aconteceu vai para quase quinze anos: Juliana era mais nova um ano do que eu, porém estudávamos na mesma sala. Ambos em desenvolvimento físico acelerado, com os hormônios a explodir e os desejos a descontrolar a nossa ânsia de sexo, a arrebatar-nos, a condicionar o pensamento, apesar da necessidade de estudar. Naquela altura, e talvez agora também, o meu desejo sexual consumia-me totalmente, e a dificuldade que a juventude e a inexperiência implicam, tornavam tudo ainda mais difícil.
No final da 3ª unidade a professora passou um trabalho sobre o nazismo, então ela e a Carina, foram lá para casa para assistirmos um documentário. Ajeitei o vídeo-cassete, fechei as janelas e deitamos os três na mesma cama de casal, Juliana ao meu lado, claro! Logo que comecei a sentir o seu calor, sua respiração, a sua perna encostada à minha, comecei a ver meu pau dar os primeiros sinais de vida, foi quando ela começou a roçar suavemente a sua perna com a minha, a minha resposta foi virar e lhe dar um beijo no rosto e um cheiro no cangote, isso a deixou louca, ela me disse:
- Sinta isso aqui!
E levou minha mão ao seu peito, não sei se ela queria mostrar os batimentos acelerados ou os biquinhos duros de tesão. Ela tinha os seios pequenos, típicos de uma menina de 15 anos, parecendo um limão e com as aureolas saltadas, formando um pequeno volume. Aproveitei esse momento e dei uma leve apalpada, seu corpo estremeceu, parecia que tinha recebido uma descarga elétrica. Nós estávamos nos descobrindo, ela também era virgem e tão inexperiente quanto eu.
Resolvi ir um pouco além, levei a sua pequena e delicada mão ao meu pau, que nesse instante já estava feito uma rocha, impossível ficar mais duro e já com a cabeça meladinha. Ela pegou meio sem jeito, bateu uma punhetinha de leve, mas logo recolheu a mão e voltou a assistir o filme. Achei que tinha parado por ali, mas eu já tinha achado aquilo tudo maravilhoso, com certeza eu ia me acabar na punheta quando chegasse em casa.
Mas para a minha surpresa, ela chamou a Carina para irem preparar um lanche, dentro de poucos instantes ela voltou e armou um plano para ficarmos sozinhos. O plano é o seguinte:
- Vou dizer que estou passando mal, com dor de cabeça e vou te pedir para me levar em casa, lá a gente continua. Pode ser?
- Claro!
- Então vamos lá falar com a Carina.
Seguimos em direção a cozinha, onde a nossa colega preparava um suco e ela foi logo dizendo:
-Ai Cá, estou com tanta dor de cabeça, acho melhor a gente deixar pra ver esse filme outro dia.
- O que houve? Perguntou Carina.
- É só um enjoou, vou pedir ao Tá (sou eu, Tadeu) que me leve embora. Você me leva, Tá?
- Levo sim, quer ir agora?
Nisso Carina disse para a gente tomar o suco que já estava quase pronto. O plano foi um sucesso. Pegamos nossas bicicletas e partimos para a casa da tia de Juliana. Ela morava com os tios e nesse horário, ambos estariam trabalhando.
No caminho ficamos praticamente mudos, a timidez tomava conta e o nervosismo imperava. Chegamos na casa e, de fato, não tinha ninguém. Ela me ofereceu água, mas eu queria saber era de outra coisas.
- Então vai indo para o meu quarto enquanto eu vou ao banheiro rapidinho.
Obedeci, cheguei ao quarto e tinham livros, material escolar e o uniforme da escola espalhados pela cama. Juntei os livros, dobrei o uniforme, deixei o local livre e me encostei na cabeceira, esperando a minha  branquinha chegar.
Ela chegou, sentou-se ao meu lado e ficamos mudos por alguns segundos, nenhum dos dois sabia muito bem o que fazer, então eu tomei a iniciativa, sem dizer uma só palavra, já fui lhe beijando na boca. Era o sinal verde para a putaria, o beijo é o botão de “start” para o ato se completar.
Lembro como se fosse hoje, ela vestia um micro short jeans e um top amarelo, a primeira coisa que veio abaixo foi a blusinha, abaixei até o umbigo e deixei a mostra aqueles deliciosos seios adolescentes, era um delícia apalpá-los, isso já era o suficiente para eu gozar sem nem tocar no meu pau. As carícias continuavam quentes, eu a beijava no pescoço, mordia sua orelha, enfiava a língua no ouvido... dava para sentir a sua nuca arrepiada, ela estava possuída pelo tesão. Continuei, desci um pouquinho e comecei a chupar aqueles peitinhos lindos, os biquinhos ficaram durinhos, uma coisa maravilhosa. Ainda meio sem jeito, ela apalpava meu pau por cima da bermuda e retribuía meus beijos, me beijava, me mordia o pescoço, gemia baixinho no meu ouvido. Que loucura!!!
Tirei minha bermuda e pedi que ela fizesse o mesmo com o shortinho, fiquei só de cueca e ela com uma linda calcinha de algodão com temas infantis, mais ninfeta impossível. Deitamos na cama e fui logo tomando a iniciativa, minhas mãos percorriam todo o seu corpo, até que passei por entre as pernas e já pude sentir o calor, subi mais e encontrei uma calcinha toda melada, sua xaninha estava toda molhadinha, como se implorasse por vara. Encanto meus dedos brincavam com o seu grelo eu ia lhe beijando e manando aquelas tetinhas perfeitas.
Então ela sussurrou em meu ouvido:
- Vamos meter...
Fiquei surpreso com o linguajar, era estranho ouvir de uma menina tão pura uma frase desse porte, mas essa foi a senha:
Joguei minha cueca de lado, puxei vagorasamente a sua calcinha, estávamos os dois nus, fazia frio na cidade, mas nossos corpos estavam quentes e nossa transpiração fazia aquele quarto exalar sexo, a pele dela se fundia com a minha num ritual de desejo e tesão.
Quando vi aquela bocetinha rosada, com poucos pelos, aqueles pelinhos ainda finos de quem nunca se depilou, loirinhos e macios... a vontade foi cair de boca e chupar até ela endoidar, mas eu me contive, não sabia qual seria a sua reação, preferi manter o tradicional papai-mamãe.
Deitei por cima e fiquei tentando encontrar uma posição para meter meu pau naquela delícia, mas a inexperiência não facilitava em nada, foi difícil encontrar aquele buraquinho tão desejado, várias foram as tentativas até que consegui posicionar na entradinha, como ela era virgem, fui forçando devagar, não queria que sentisse muita dor. Confesso que não foi nada fácil, ela tentava se controlar, mais uma pequena lágrima brotou do seu olho e ela disse:
- Para, para! Tá ardendo!
- Calma meu bem, logo vai passar...
Deitei ao seu lado e voltamos às trocas de carinhos, até que o tesão foi maior e fomos para uma nova tentativa, ela estava bem lubrificada e dessa vez eu fui mais firme. Beijava sua boca e enfiava o pau sem parar, entrou tudo e naquele momento dois cabaços foram pelos ares. Não sangrou muito, apenas uma pequena gota no lençol, isso foi positivo, se sangrasse muito o susto seria pior.
Comecei o vai-e-vem compassado, mas percebi que a experiência não estava sendo muito legal para Juliana, então eu resolvi que gozaria logo, para acabar com aquele sofrimento. Acelerei os movimentos e despejei toda a minha porra quente naquela vagina apertada e virgem.
Digo, que não foi a melhor foda da minha vida, mas tem um valor inestimável. Juliana foi a minha namoradinha por 6 anos e nós descobrimos muita coisa juntos. Sinto muitas saudades da minha branquinha.